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	<title>Arquivos equilibrioemocional - Portal Daniel Mastral</title>
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	<title>Arquivos equilibrioemocional - Portal Daniel Mastral</title>
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		<title>O passado não reconhece o seu lugar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Karla Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2022 21:07:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cintia Karla]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nostalgia, ressentimento, mágoa, arrependimento, remorso e culpa. Quase sempre, esses sentimentos estão presos a um tempo que já se foi; são resquícios do passado. E, com relação a ele, não há o que se fazer. O passado é imutável. “O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente.”- Mario Quintana</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente&#8230;” (Mario Quintana)</strong></p>
<p>Nostalgia, ressentimento, mágoa, arrependimento, remorso e culpa. Quase sempre, esses sentimentos estão presos a um tempo que já se foi; são resquícios do passado. E, com relação a ele, não há o que se fazer. O passado é imutável.</p>
<p><em>“O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente.”- Mario Quintana</em></p>
<p>Ciente disso, o que você pode mudar é a forma como lida com as lembranças desse passado e, principalmente, o que faz com o seu momento presente. Ficar preso ao que já foi é se permitir ser sugado para trás: uma escolha paralisante, com consequências geralmente dolorosas.</p>
<p>A psicoterapia, nestes casos, é uma aliada importante, que pode atuar em duas linhas de ação: a primeira, na aceitação de que aquilo que já aconteceu está fora do alcance das nossas ações e de que é preciso legitimar a dor vivida para deixar de ser escravizado por ela; a segunda, no trabalho da consciência da importância de estar &#8220;presente no presente&#8221;.</p>
<p>Nesse sentido, o caminho precisa ser percorrido, a decisão de reconhecer e enfrentar as feridas precisa ser tomada, para que as dores reprimidas possam finalmente ser resolvidas. A partir daí, mesmo sabendo que não se escapa do passado e das marcas, por ele, deixadas, é possível seguir adiante.</p>
<p>Dessa forma, o passado é um livro que não se pode alterar. Mas, certamente, pode-se aprender coisas importantes em suas páginas e, a partir desses aprendizados, tomar melhores decisões, lidar de forma mais madura com as emoções e fazer bom uso das experiências vividas.</p>
<p>Assim, ficar preso a um cenário hipotético, em pensamentos, como: &#8220;E se as coisas tivessem sido de tal forma?&#8221; ou &#8220;E se eu tivesse feito diferente?&#8221;, ou ainda &#8220;E se aquilo não tivesse me acontecido?&#8221;, coloca você em um lugar de paralisia, com a atenção voltada para um passado que não se pode mais mudar.</p>
<p>Em contrapartida, reconhecer e aceitar que as coisas não voltarão a ser como antes, coloca você em um lugar de ação. Este pode ser o primeiro movimento para deixar o passado passar, recomeçando uma nova jornada, com maior preparo e abertura para uma vida mais feliz e equilibrada, no tempo em que ela realmente acontece: o presente.</p>
<p>Para ilustrar, Segundo Francine Shapiro (2012), as memórias armazenadas fisiologicamente formam a base para nossas percepções do presente, ou seja, as conexões inconscientes do seu sistema de memórias continuam afetando suas reações no presente.</p>
<p>Sob esse viés, o CID 10(classificação de transtornos mentais e de comportamento), o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) é um distúrbio de ansiedade que surge em consequência de alguma experiência muito impactante na vida do indivíduo. Ele é caracterizado pela dificuldade em se recuperar completamente depois de ter vivenciado, ou testemunhado um evento traumático, ou muito assustador.</p>
<p>Convém mencionar que os eventos que podem dar origem ao estresse pós-traumático variam bastante: um grave acidente de carro; episódios de extrema violência, como assaltos e sequestros; um ciclo de ameaças; situações de exclusão social, ou até de humilhação; perdas; violência doméstica, abusos, desastres naturais, entre outros.</p>
<p>Quem passou por esses traumas pode, diante de alguns gatilhos, ser levado a acessar essas memórias traumáticas e a revivê-las no momento presente &#8211; mesmo que não necessariamente tenha a ver com o trauma sofrido no passado.</p>
<p>Quando essas lembranças são revividas, trazem à tona emoções bastante negativas. Entre as reações mais comuns, estão os pesadelos, as lembranças repentinas, o sentimento de impotência, o desejo de fuga de situações que lembram o trauma, reações exageradas, ansiedade, humor deprimido, entre outras. Em alguns casos, essas crises podem ser muito frequentes, causando um medo excessivo, e constante, durante as atividades rotineiras. Mesmo que não apresentem nenhum perigo aparente, tais situações podem ser “gatilhos” para reações de luta ou fuga.</p>
<p>Entretanto, sem ajuda psicológica, essa situação pode se agravar, levando a quadros de ansiedade severa, dificuldade para lembrar de muitas coisas, dificuldade para dormir, explosões de tristeza e raiva, bem como a mudanças na rotina para evitar alguns lugares, elevadores, ambientes, entre outros.</p>
<p>Nem todas as pessoas que passam por um trauma desenvolvem o TEPT. Mas, aquelas que o fazem, geralmente se beneficiam de um acompanhamento psicológico que as auxilie a conhecer e a superar os medos desenvolvidos durante o evento traumático.</p>
<p>A boa notícia é que há a possibilidade de retomar a vida e reorganizar-se internamente para lidar com as experiências negativas com a devida proporção, mantendo a dor no devido lugar &#8211; sem negá-la; porém, não permitindo que ela ocupe, no presente, um espaço que não deve mais ocupar.</p>
<p>É importante também dizer que a harmonia entre os diferentes tempos da vida é essencial. Quando vivemos sem esse equilíbrio, o passado pode atrapalhar o futuro, o presente pode ser comprometido pelo passado, os sentimentos atuais podem interferir na percepção do que ficou para trás e no que vamos fazer daqui para frente, e assim por diante. Em todas estas distorções, quem mais sofre é você.</p>
<p>Neste ínterim, o ideal é que mantenhamos conosco as boas memórias, mas sem fingir que, algo não tão bom, não aconteceu. Das experiências desagradáveis, ou dolorosas, devemos extrair os ensinamentos e aprendizados. Com isso, podemos inclusive trabalhar o perdão e a gratidão, trazendo para o tempo presente uma sensação de paz interior, por abandonar uma dor que, embora tenha acontecido, passou.</p>
<p>Nesse contexto, o passado pode ser visto como uma escola, um tempo de aquisição de experiências que, se olhado com o devido desprendimento, pode permitir o rompimento de algumas crenças limitantes, as quais atrapalham nosso presente.</p>
<p>Já em relação ao futuro, este pode ser almejado sem o véu turvo do medo e das expectativas negativas, as quais podem se alimentar de traumas vividos no passado ou no presente. E, caso isso não seja trabalhado internamente, pode atrapalhar não só as nossas decisões, como também os acontecimentos que ainda virão. Então, manter o foco nos pensamentos positivos é estar em dia com suas emoções e com as possibilidades que o futuro pode oferecer.</p>
<p>Ou seja, sentir os tempos em seus devidos lugares é essencial para a felicidade do ser humano, pois é importante encontrar um equilíbrio entre o passado, o presente e o futuro. Isso proporcionará que você possa viver da melhor maneira, atribuindo o devido valor aos fatos e às emoções, em seus respectivos tempos, para que se possa, especialmente, aproveitar o presente &#8211; o tempo em que você de fato está.</p>
<p>Por fim, acredito que, assim, poderemos viver a vida em abundância que Jesus nos prometeu em João 10:10: &#8220;O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.&#8221; Isto é, viver sobre plenitude de vida.</p>
<p>Portanto, se você sente que esta divisão não está clara internamente, procure a psicoterapia. Não perca a oportunidade de aproveitar mais o momento atual, afastando a ansiedade de querer saber e controlar exatamente como será o futuro, como também evitando manter-se preso a histórias do passado, que a ele pertencem. Por isso, viva o agora!</p>
<p><strong>INDICAÇÃO DE VÍDEO</strong>:</p>
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<p><strong>INDICAÇÃO DE LEITURA</strong>:</p>

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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS:</strong></p>
<p><a href="https://psicoposts.com.br/">https://psicoposts.com.br/</a></p>
<p><a href="https://www.gotquestions.org/Portugues/vida-abundante.html">https://www.gotquestions.org/Portugues/vida-abundante.html</a></p>
<p><strong>*Texto revisado pela professora Vanessa Monzillo  </strong><a href="https://www.instagram.com/prof.vanessa.redacao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>@prof.vanessa.redacao</strong></a></p>
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		<title>Comunicação Não-Violenta Através de uma Escuta Ativa</title>
		<link>https://danielmastral.com.br/comunicacao-nao-violenta-atraves-de-uma-escuta-ativa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Karla Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 21:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cintia Karla]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[ajudapsicologica]]></category>
		<category><![CDATA[comportamentopassivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um processo que tem como objetivo permitir interações baseadas tanto na parceria quanto na cooperação, para relacionamentos mais autênticos, com posturas menos defensivas do que temos habitualmente.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra.”</p>
<p>“Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.”</p>
<p>“A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.”</p>
<p style="text-align: right;"><strong> Contos árabes</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um processo que tem como objetivo permitir interações baseadas tanto na parceria quanto na cooperação, para relacionamentos mais autênticos, com posturas menos defensivas do que temos habitualmente.</p>
<p>É uma forma de comunicação que estimula a compaixão e a empatia, inclusive   também é chamada de Comunicação Empática. Ela visa à conexão transparente com o outro, entendendo que grande parte dos conflitos de comunicação surgem muito mais pela forma como usamos as palavras, do que por aquilo que, de fato, estamos querendo comunicar.</p>
<p>A partir disso, vejamos que, na Bíblia, há uma passagem muito esclarecedora acerca desta questão em 1 Coríntios 9:22 – “para os fracos, tornei-me fraco, para ganhar os fracos. Tornei-me tudo para com todos, para de alguma forma salvar a alguns”. Este versículo elucida o quão importante é a conexão empática, a fim de que haja a comunicação, sem que esta seja agressiva.</p>
<p>Esta mudança no ato de se comunicar é uma consciência individual, que caminha na contramão do comportamento habitual dos embates. Quando há alguma discordância, a Comunicação Não-Violenta sugere um diálogo sem classificações fechadas de &#8220;certo&#8221; e &#8220;errado&#8221;. O objetivo não é &#8220;vencer&#8221; o outro, nem fomentar um clima de julgamento, crítica ou uma sensação de superioridade; mas, sim, desenvolver a responsabilidade emocional/afetiva de saber se comunicar de forma objetiva e verdadeira no que se refere às nossas intenções e expectativas em nossos relacionamentos interpessoais. Podemos ter o momento do “joguinho da conquista”, todavia havemos de ser responsáveis pela nossa interação e comunicação com a outra pessoa, lembrando que tanto emoções quanto expectativas criadas podem ser supridas, ou não, nessa relação.</p>
<p>Para um observador mais atento, é comum encontrar alguma dor emocional por trás de comportamentos envolvendo a comunicação agressiva. Muitas vezes, convivemos em ambientes que estimulam a competitividade, a imposição de ideias e as atitudes agressivas. Isto pode nos estimular não só a agir da mesma forma (ação x reação), como podemos também a sermos levados a agir da forma oposta, ou seja, com uma postura sempre defensiva e fechada ao diálogo, mesmo sem nos darmos conta.</p>
<p>Nesse sentido, o psicólogo americano, Marshall Rosenberg, desenvolveu um método comunicativo chamado de “Comunicação Não-Violenta”, que consiste, resumidamente, na prática de quatro passos para repensarmos os acontecimentos sob uma nova ótica e tomarmos atitudes mais positivas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6103 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/04/danielmastral-comunicacao-nao-violenta1.jpg" alt="" width="375" height="260" /></p>
<p>Na CNV, o modo de ataque ou de defesa são igualmente inadequados, e devem ser evitados. Diante de um embate, um bom começo é dizer ao outro como nos sentimos, ao invés de tentarmos impor nosso pensamento, ou ouvirmos o outro com o objetivo de contra-argumentar, sem buscar realmente compreendê-lo.</p>
<p>A ideia da CNV é propor uma comunicação honesta e transparente, que não se limite ao nosso ponto de vista e que permita uma troca verdadeira e produtiva de argumentos, opiniões e sentimentos.</p>
<p>Assim, é de grande valia procurar um psicólogo para nos ajudar a desenvolver esta forma de se relacionar, sendo respeitosos com nossos princípios, empáticos e &#8220;desarmados&#8221;. Isto poderá fazer uma diferença incrível na nossa vida e em nossas relações.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6104 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/04/danielmastral-comunicacao-nao-violenta2.jpg" alt="" width="216" height="306" /></p>
<p>“O maior problema com a comunicação é que nós não ouvimos para entender. Ouvimos para responder. Quando ouvimos com curiosidade, não ouvimos com a intenção de responder, ouvimos o que está por trás das palavras.”<br />
Roy T. Bennett</p>
<p>Não é incomum ouvirmos frases como &#8220;Nossa, eu só queria ajudar!&#8221;, &#8220;Não, eu não estou com raiva!&#8221;, &#8220;Para mim, tanto faz&#8221;, &#8220;Você é quem sabe&#8221;, &#8220;É&#8230; pode ser que você esteja certo&#8221;, &#8220;Por que você ficou tão chateado?&#8221;, entre outras.</p>
<p>Essas são reações típicas de quem tem os comportamentos Passivo-Agressivo. São frases ditas com alguma acidez, ressentimento e transmissoras da sensação de que algo está mal resolvido.</p>
<p>Dessa forma, conviver com alguém que tenha comportamento passivo-agressivo pode causar sofrimento e frustração, pois as emoções negativas costumam ser expressas de forma indireta e camuflada, deixando um clima pesado e tenso, ainda que de maneira sutil.</p>
<p>Esses tipos de pessoas costumam agir como vítimas e expressam seus sentimentos negativos de maneira dissimulada, o que dificulta bastante as relações interpessoais. É comum que sejam pessoas que não aceitam ser contrariadas e, muitas vezes, sequer admitem que realmente sentem raiva ou rancor.</p>
<p>Essa forma passiva de lidar com a raiva as leva a preferir usar o sarcasmo e a ironia, com indiretas ou palavras dúbias. Quando contrariadas, não falam claramente sobre seus sentimentos, pois têm dificuldade em expressá-los de forma assertiva.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6105 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/04/danielmastral-comunicacao-nao-violenta3.jpg" alt="" width="349" height="349" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/04/danielmastral-comunicacao-nao-violenta3.jpg 349w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/04/danielmastral-comunicacao-nao-violenta3-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 349px) 100vw, 349px" /></p>
<p>Esse tipo de comportamento pode ter sua origem na infância, como um mecanismo de defesa para quem viveu em ambientes familiares nos quais não era apropriado ou seguro expressar as emoções, principalmente, a frustração e a raiva. Os sentimentos, nestes contextos, são expressos de outras formas, não menos sentidos, porém mais disfarçados/contidos. A partir disso, ao não serem reconhecidos ou validados dentro dos seus contextos, criam crenças negativas ou limitantes de que não é possível sentir ou expressar as nossas emoções, como: “eu não dou conta”, “não sou capaz”, dentre outras.</p>
<p>Se percebermos traços desse comportamento em nós, é importante procurar ajuda psicológica. É extremamente significativo conseguir expressar nossas emoções, administrando impulsos e legitimando descontentamentos.</p>
<p>A psicoterapia ajuda a minimizar a resistência aos sentimentos genuínos, dimensionando corretamente a raiva e a frustração. Ou melhor, é um convite ao autoconhecimento, é um trabalho do desenvolvimento de habilidades sociais focado na importância da objetividade para uma vida mais saudável, com relações mais transparentes e harmônicas.</p>
<p>Por fim, escutar e compreender as necessidades do outro oportuniza estarmos mais conscientes do momento, criando uma conexão mais assertiva dos pensamentos com as palavras. Evitando, assim, o bloqueio dessa conexão na interpretação julgadora dos comportamentos apresentados pelo outro, ou seja, evitando a busca pelos culpados e não pelas soluções, isto é, alimentando “mimimi’s” desnecessários. Portanto, fica a dica: “A qualidade das relações é definida pela qualidade da comunicação.”</p>
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<p><strong>INDICAÇÃO DE LEITURA:<br />
</strong></p>

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<p><a href="https://www.mppi.mp.br/internet/wp-content/uploads/2020/09/Ebook-Comunicac%CC%A7a%CC%83o-Na%CC%83o-Violenta_MPPI-1-1-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">https://www.mppi.mp.br/internet/wp-content/uploads/2020/09/Ebook-Comunicac%CC%A7a%CC%83o-Na%CC%83o-Violenta_MPPI-1-1-1.pdf</a></p>
<p>REFERÊNCIAS:</p>
<p><a href="https://psicoposts.com.br/">https://psicoposts.com.br/</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=6pbpOV7_8RY">https://www.youtube.com/watch?v=6pbpOV7_8RY</a><br />
<a href="https://www.elenicebrusque.com.br/blog/cnv-comunicacao-nao-violenta-nas-relacoes-de-trabalho/">https://www.elenicebrusque.com.br/blog/cnv-comunicacao-nao-violenta-nas-relacoes-de-trabalho/</a><br />
<a href="https://www.meon.com.br/meonjovem/alunos/uma-nova-forma-de-comunicacao">https://www.meon.com.br/meonjovem/alunos/uma-nova-forma-de-comunicacao</a><br />
<a href="https://www.icomfloripa.org.br/wp-content/uploads/2020/09/WhatsApp-Image-2020-09-09-at-16.33.03.jpeg">https://www.icomfloripa.org.br/wp-content/uploads/2020/09/WhatsApp-Image-2020-09-09-at-16.33.03.jpeg</a><br />
<a href="https://leads2b.com/blog/wp-content/uploads/2020/12/image-22.png">https://leads2b.com/blog/wp-content/uploads/2020/12/image-22.png</a><br />
<a href="https://www.nube.com.br/tv-nube/2021/12/02/tv-nube-voce-sabe-o-que-e-escuta-ativa">https://www.nube.com.br/tv-nube/2021/12/02/tv-nube-voce-sabe-o-que-e-escuta-ativa</a></p>
<p><strong>*Texto revisado pela professora Vanessa Monzillo  </strong><a href="https://www.instagram.com/prof.vanessa.redacao/"><strong>@prof.vanessa.redacao</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://danielmastral.com.br/comunicacao-nao-violenta-atraves-de-uma-escuta-ativa/">Comunicação Não-Violenta Através de uma Escuta Ativa</a> apareceu primeiro em <a href="https://danielmastral.com.br">Portal Daniel Mastral</a>.</p>
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