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	<title>Arquivos Larissa Grotti - Portal Daniel Mastral</title>
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	<title>Arquivos Larissa Grotti - Portal Daniel Mastral</title>
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		<title>Educação Musical X Musicoterapia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Grotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 00:18:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Larissa Grotti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando falamos sobre a história da Musicoterapia, deixamos claro que a música já estava presente na vida humana por muito tempo. Seguindo este mesmo panorama entendemos que a música como educação percorre também um caminho de história e reconhecimento. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Oi pessoal, tudo bem?</p>
<p>Cada vez que apareço por aqui é para expandir ainda mais a Musicoterapia como profissão e como forma de terapia. A origem e os benefícios foram pautas nas quais já foram exploradas, então seguindo uma “ordem” hoje resolvi falar para vocês sobre a diferença de musicoterapia e educação musical.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-6038 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Educacao-musical-e-musicoteriapia-daniel-mastral02.jpg" alt="" width="475" height="308" /></p>
<p>Quando falamos sobre a história da Musicoterapia, deixamos claro que a música já estava presente na vida humana por muito tempo. Seguindo este mesmo panorama entendemos que a música como educação percorre também um caminho de história e reconhecimento.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-6039 alignleft" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Educacao-musical-e-musicoteriapia-daniel-mastral03.jpg" alt="" width="329" height="153" /></p>
<p>A aprendizagem musical inicialmente era controlada pela Igreja, aliás a música era uma forma de angariar fiéis. Não é à toa que no século XI o monge italiano Guido D’Arezzo criou o sistema de nomeação de notas musicais baseado no hino a São João Batista, afim de facilitar o ensino de cantores e músicos.</p>
<p>M<img decoding="async" class="size-full wp-image-6040 alignright" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Educacao-musical-e-musicoteriapia-daniel-mastral04.jpg" alt="" width="301" height="167" />ais tarde no século XVI na Itália, muito orfanatos começaram a adotar a música para contribuir na formação humana e também na intenção de formar músicos para as igrejas. Somente no século XVIII é que surgiram as primeiras tentativas de acrescentar a música no método educacional. Na virada do século XVIII e XIX foram surgindo as escolas e conservatórios profissionalizantes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6041 alignleft" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Educacao-musical-e-musicoteriapia-daniel-mastral05.jpg" alt="" width="301" height="167" /><br />
Essa maneira de ensino na qual não vamos nos aprofundar sobre as metodologias é a chamada Educação Musical. <strong>Através desse processo somos ensinados a tocar algum instrumento, ensinados a cantar, musicalizar e nos tornarmos sensíveis a música. </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6042 alignright" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Educacao-musical-e-musicoteriapia-daniel-mastral06.jpg" alt="" width="170" height="213" />O fato de que a Musicoterapia também utiliza instrumentos e o canto em sua prática, faz com que as áreas sejam confundidas e muitas vezes pessoas sem formação necessária ludibriem o verdadeiro conceito, mas não se esqueça, a Musicoterapia tem por <strong>objetivo principal “tratar, promover ou prevenir” questões relacionadas à saúde, são objetivos terapêuticos. </strong>Não podemos negar também que existam pessoas que possuem um certo pré-julgamento de que tudo que se acrescente terapia é voltado para quem tem algum problema, preferindo dizer que “vão a aula de música”, do que “ vão as sessões de musicoterapia”. De certa forma a palavra terapia refere-se sim ao tratamento de alguma doença física ou psíquica, mas existe também a terapia como forma de prevenção.</p>
<p>Bom, mas você pode se perguntar: Por que o professor de música do meu filho disse que as aulas são terapêuticas? Ele está mentindo? Veja bem, já foi dito em outras publicações o quanto a música por si só nos traz benefícios, se aquela aula de piano, violão ou saxofone, te traz prazer, te deixa em paz e tranquilo, isso acontece pois é um efeito natural de atividades que nos fazem bem, é uma sensação de bem-estar diante de algo que nós gostamos. É “terapêutico”, mas não é Musicoterapia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6043 alignright" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Educacao-musical-e-musicoteriapia-daniel-mastral07.jpg" alt="" width="120" height="177" />Conseguiram definir as diferenças? Aqui não é uma publicação para dizer o que é melhor ou não, por aqui só precisamos entender que cada área tem a sua qualificação, sua responsabilidade, respeito e oportunidades, pois aqui por exemplo quem vos escreve atende como musicoterapeuta e também ensina como educadora, sendo ambas oferecidas pela qualificação que conquistei. Um beijo, abraços e muita música para vocês.</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>
<p>Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/como-surgiram-os-nomes-das notas-musicais.. Acesso em:06/03/2022</p>
<p>Disponível em: https://stringfixer.com/pt/Guido_d&#8217;Arezzo . Acesso em: 06/03/2022</p>
<p>GAINZA, Violeta Hemsy de. Estudos de psicopedagogia musical. São Paulo: Summus, 1988.</p>
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		<title>Por que devemos acreditar na Musicoterapia?</title>
		<link>https://danielmastral.com.br/por-que-devemos-acreditar-na-musicoterapia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Grotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jan 2022 15:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Larissa Grotti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi pessoal, tudo bem? No mês passado vim por aqui contar um pouco sobre a origem da Musicoterapia, contei os caminhos e o percurso para se chegar a profissão.  Hoje como combinamos, vou falar sobre os benefícios que ela pode trazer. Por que devemos acreditar na Musicoterapia?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Oi pessoal, tudo bem? No mês passado vim por aqui contar um pouco sobre a origem da Musicoterapia, contei os caminhos e o percurso para se chegar a profissão.  Hoje como combinamos, vou falar sobre os benefícios que ela pode trazer. Por que devemos acreditar na Musicoterapia?</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6029 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/03/musicoterapia-danielmastral-larissa1.jpg" alt="" width="266" height="181" /></p>
<p>De maneira muito simples vamos pensar juntos no quanto a música em si nos causam sensações. Ao longo da nossa vida nós consumimos muitas músicas, desde a infância, ouvindo nossos pais, avós e professores.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-6030 alignleft" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/03/musicoterapia-danielmastral-larissa2.jpg" alt="" width="204" height="136" />Costa, 2010 nos lembra que as experiências sonoras são muito precoces, pois a partir dos 5 meses de vida intrauterina já somos capazes de receber estímulos sonoros, já que o aparelho auditivo está desenvolvido. Estes estímulos são os batimentos cardíacos da mãe, sons respiratórios, entre outros. Ao nascer já temos uma percepção de som.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6031 alignright" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/03/musicoterapia-danielmastral-larissa3.jpg" alt="" width="227" height="151" /></p>
<p>Quando estamos maiores temos nossas escolhas, nosso repertório pessoal. Preferências exóticas e gostos que jamais podem ser discutidos, afinal cada ser é único, cada playlist também. Não existe o que é bom ou ruim, existe o que cada um deseja ouvir. Mas porque estou falando de repertório? O que isso tem a ver? Calma que vocês já vão entender.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-6032 alignleft" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/03/musicoterapia-danielmastral-larissa4.jpg" alt="" width="243" height="162" />Conforme vamos vivenciando as experiências do dia a dia, algumas músicas se tornam marcantes mais que as outras por estarem presentes em alguns momentos ou por despertarem sentimentos e lembranças. Tem música que nos lembra um amor, uma saudade, uma decepção, ou somente tem aquelas que não fazem lembrar nada, mas nos causam bem-estar e prazer. Estou querendo mostrar para vocês o quanto a música mexe. Ela nos arrepia e por muitas vezes nos faz chegar a um lugar diferente, quem aí já assistiu ao filme Soul da Disney Pixar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6033 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/03/musicoterapia-danielmastral-larissa5.jpg" alt="" width="361" height="203" /></p>
<p>De forma bem resumida, até porque não quero dar spoiler, o filme conta sobre a vida de um músico que sonha em ser reconhecido, até que finalmente ele tem uma chance de brilhar e acaba sofrendo um acidente. Através dessa animação genial que eu não poupo elogios (até porque sou fã da Disney), encontramos vários momentos onde pessoas que tocam algum instrumento ou meditam, entram em um ambiente diferente, dando-nos a impressão de estarem em outro plano. Uso esse exemplo fictício para ilustrar esse “ambiente” na qual chegamos quando estamos sendo expostos às nossas preferências musicais. Não é todo mundo que chega nesse “ambiente”, o que eu escrevo não é para generalizar, mas agora você sabe que o simples fato de ouvir uma música, pode te causar sensações que não são tão simples assim. Saibamos respeitar esses sentimentos, pois eles dizem muito sobre você e podem te ajudar a aceitar e entender algumas situações.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6034 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/03/musicoterapia-danielmastral-larissa6.jpg" alt="" width="299" height="213" /></p>
<p>Toda essa parte de repertório é apenas um <em>start</em> para fazermos uma ligação entre os elementos que existem na música (ritmo, melodia e harmonia) junto a um musicoterapeuta qualificado.  O musicoterapeuta dentro de sua formação tem contato com técnicas específicas da Musicoterapia para proporcionar a um indivíduo benefícios e também utiliza o repertório individual como parte do processo. Daí a importância mais uma vez sobre realizar Musicoterapia apenas com musicoterapeuta. Ouvir música e se sentir bem, não é Musicoterapia, os exemplos que foram citados são apenas para que possamos compreender que junto com o poder da música existe um profissional que irá mediar e intervir de maneira ética e científica. Então vamos a alguns benefícios da Musicoterapia:</p>
<p>&#8211; Desenvolve e estimula as habilidades sensório-motoras.<br />
&#8211; Estimula a memória.<br />
&#8211; Abre canais de comunicação.<br />
&#8211; Contribui no alívio da dor.<br />
&#8211; Controle na pressão arterial.<br />
&#8211; Estimula a concentração.<br />
-Estimula a atenção.<br />
-Melhora a qualidade de vida.</p>
<p>Espero que tenham gostado da leitura, nos vemos em breve para falar ainda mais dessa área que eu amo. Um abraço apertado e muita música para vocês.</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>
<p>COSTA, Clarice Moura. <strong>Música e Psicose</strong>. Rio de Janeiro: Enelivros, 2010.</p>
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		<title>O que é Musicoterapia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Grotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Dec 2021 22:55:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Larissa Grotti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi pessoal tudo bem? Estou muito feliz em poder compartilhar um pouco de conhecimento com vocês. Me chamo Larissa Grotti sou musicoterapeuta e estarei aqui em alguns momentos para contar um pouco sobre essa terapia tão eficiente e válida em várias áreas. Mas antes de conhecer melhor a musicoterapia, é importante entendermos como se iniciou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Oi pessoal tudo bem? Estou muito feliz em poder compartilhar um pouco de conhecimento com vocês. Me chamo Larissa Grotti sou musicoterapeuta e estarei aqui em alguns momentos para contar um pouco sobre essa terapia tão eficiente e válida em várias áreas. Mas antes de conhecer melhor a musicoterapia, é importante entendermos como se iniciou o processo da utilização da música como terapia. Vale ressaltar que na própria Bíblia encontramos apontamento de que a música já oferecia benefícios ( I Samuel 16:23) .</p>
<p>Em tribos e em outras sociedades como Austrália, África, Ásia, Oceania, América e Europa a música era utilizada como elemento de cura.  Também foram encontrados escritos de Platão e Aristóteles da música como influência no comportamento humano.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5504 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/musicoterapia-daniel-mastral-2.jpg" alt="" width="334" height="224" /></p>
<p>No entanto, a Musicoterapia como profissão só veio surgir na I e II Guerra Mundial, quando um grupo de músicos iniciaram um trabalho voluntário para milhares de pessoas feridas. Estes músicos até então amadores, ajudaram muito no processo de traumas físicos e emocionais, criando interesse por parte da área médica para a necessidade de formação profissional na área. E então na década de 40 os primeiros cursos foram criados em universidades americanas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5505 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/musicoterapia-daniel-mastral-3.jpg" alt="" width="252" height="326" /><br />
Legal né? Mas como chegou ao Brasil? Bem, por aqui as coisas demoraram um pouquinho mais, somente em 1975 no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, aliás local esse na qual me formei, com a coordenação de grandes nomes como Cecília Conde, Dorys Hyer e Gabriela Silva o curso de graduação em Musicoterapia deu início a novas possibilidades dentro da saúde. A Musicoterapia iniciou com a prática mesmo que não fosse ainda como profissão como vimos através deste breve processo histórico, mas após todas essas conquistas a Musicoterapia só pode ser realizada por um profissional graduado ou pós-graduado na área, ok? Já entendemos como se ocorreu a origem, vamos falar um pouco sobre o que é então <strong>MUSICOTERAPIA</strong>?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5506 alignleft" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/musicoterapia-daniel-mastral-4.jpg" alt="" width="225" height="224" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/musicoterapia-daniel-mastral-4.jpg 225w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/musicoterapia-daniel-mastral-4-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" />Musicoterapia é uma ciência mediada pela relação de paciente-terapeuta através das experiências musicais. Segundo a Federação Mundial de Musicoterapia de 1996 : “ Musicoterapia é a utilização da música e/ou seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, num processo para facilitar e promover a comunicação e outros objetivos terapêuticos relevantes, no sentido de alcançar necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas .A Musicoterapia objetiva desenvolver potenciais e/ou restabelecer funções do indivíduo para que ele/ela possa alcançar uma melhor integração intra e/ou interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, pela prevenção, reabilitação ou tratamento. (FEDERAÇÃO MUNDIAL DE MUSICOTERAPIA, 1996)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2018 a UBAM (União Brasileira das Associações de Musicoterapia) divulgou a versão final do que é a definição de Musicoterapia:  “Musicoterapia é um campo de conhecimento que estuda os efeitos da música e da utilização de experiências musicais, resultantes do encontro entre o/a musicoterapeuta e as pessoas assistidas.</p>
<p>A prática da Musicoterapia objetiva favorecer o aumento das possibilidades de existir e agir, seja no trabalho individual, com grupos, nas comunidades, organizações, instituições de saúde e sociedade, nos âmbitos da promoção, prevenção, reabilitação da saúde e de transformação de contextos sociais e comunitários; evitando dessa forma, que haja danos ou diminuição dos processos de desenvolvimento do potencial das pessoas e/ ou comunidade”. (UNIÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE MUSICOTERAPIA, 2018).</p>
<p>Acho esses conceitos bem completos e vocês o que acharam?? Bom, na próxima vez que eu aparecer por aqui vou falar sobre os benefícios da Musicoterapia, para aos poucos irmos falando das atuações dentro de alguns quadros clínicos bem conhecidos. Espero que tenham gostado, um abraço apertado e muita música para vocês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>
<p>UNIÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE MUSICOTERAPIA. <strong>Definição Brasileira de Musicoterapia.</strong> 2018. Disponível em: https://ubammusicoterapia.com.br/definicao-brasileira-de-musicoterapia/.</p>
<p>BARCELLOS, Lia Rejane Mendes<strong>. Quaternos de Musicoterapia e Coda.</strong> Barcelona Publishers, 2016</p>
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