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	<title>Arquivos Cintia Karla - Portal Daniel Mastral</title>
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	<title>Arquivos Cintia Karla - Portal Daniel Mastral</title>
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		<title>O passado não reconhece o seu lugar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Karla Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2022 21:07:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cintia Karla]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nostalgia, ressentimento, mágoa, arrependimento, remorso e culpa. Quase sempre, esses sentimentos estão presos a um tempo que já se foi; são resquícios do passado. E, com relação a ele, não há o que se fazer. O passado é imutável. “O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente.”- Mario Quintana</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente&#8230;” (Mario Quintana)</strong></p>
<p>Nostalgia, ressentimento, mágoa, arrependimento, remorso e culpa. Quase sempre, esses sentimentos estão presos a um tempo que já se foi; são resquícios do passado. E, com relação a ele, não há o que se fazer. O passado é imutável.</p>
<p><em>“O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente.”- Mario Quintana</em></p>
<p>Ciente disso, o que você pode mudar é a forma como lida com as lembranças desse passado e, principalmente, o que faz com o seu momento presente. Ficar preso ao que já foi é se permitir ser sugado para trás: uma escolha paralisante, com consequências geralmente dolorosas.</p>
<p>A psicoterapia, nestes casos, é uma aliada importante, que pode atuar em duas linhas de ação: a primeira, na aceitação de que aquilo que já aconteceu está fora do alcance das nossas ações e de que é preciso legitimar a dor vivida para deixar de ser escravizado por ela; a segunda, no trabalho da consciência da importância de estar &#8220;presente no presente&#8221;.</p>
<p>Nesse sentido, o caminho precisa ser percorrido, a decisão de reconhecer e enfrentar as feridas precisa ser tomada, para que as dores reprimidas possam finalmente ser resolvidas. A partir daí, mesmo sabendo que não se escapa do passado e das marcas, por ele, deixadas, é possível seguir adiante.</p>
<p>Dessa forma, o passado é um livro que não se pode alterar. Mas, certamente, pode-se aprender coisas importantes em suas páginas e, a partir desses aprendizados, tomar melhores decisões, lidar de forma mais madura com as emoções e fazer bom uso das experiências vividas.</p>
<p>Assim, ficar preso a um cenário hipotético, em pensamentos, como: &#8220;E se as coisas tivessem sido de tal forma?&#8221; ou &#8220;E se eu tivesse feito diferente?&#8221;, ou ainda &#8220;E se aquilo não tivesse me acontecido?&#8221;, coloca você em um lugar de paralisia, com a atenção voltada para um passado que não se pode mais mudar.</p>
<p>Em contrapartida, reconhecer e aceitar que as coisas não voltarão a ser como antes, coloca você em um lugar de ação. Este pode ser o primeiro movimento para deixar o passado passar, recomeçando uma nova jornada, com maior preparo e abertura para uma vida mais feliz e equilibrada, no tempo em que ela realmente acontece: o presente.</p>
<p>Para ilustrar, Segundo Francine Shapiro (2012), as memórias armazenadas fisiologicamente formam a base para nossas percepções do presente, ou seja, as conexões inconscientes do seu sistema de memórias continuam afetando suas reações no presente.</p>
<p>Sob esse viés, o CID 10(classificação de transtornos mentais e de comportamento), o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) é um distúrbio de ansiedade que surge em consequência de alguma experiência muito impactante na vida do indivíduo. Ele é caracterizado pela dificuldade em se recuperar completamente depois de ter vivenciado, ou testemunhado um evento traumático, ou muito assustador.</p>
<p>Convém mencionar que os eventos que podem dar origem ao estresse pós-traumático variam bastante: um grave acidente de carro; episódios de extrema violência, como assaltos e sequestros; um ciclo de ameaças; situações de exclusão social, ou até de humilhação; perdas; violência doméstica, abusos, desastres naturais, entre outros.</p>
<p>Quem passou por esses traumas pode, diante de alguns gatilhos, ser levado a acessar essas memórias traumáticas e a revivê-las no momento presente &#8211; mesmo que não necessariamente tenha a ver com o trauma sofrido no passado.</p>
<p>Quando essas lembranças são revividas, trazem à tona emoções bastante negativas. Entre as reações mais comuns, estão os pesadelos, as lembranças repentinas, o sentimento de impotência, o desejo de fuga de situações que lembram o trauma, reações exageradas, ansiedade, humor deprimido, entre outras. Em alguns casos, essas crises podem ser muito frequentes, causando um medo excessivo, e constante, durante as atividades rotineiras. Mesmo que não apresentem nenhum perigo aparente, tais situações podem ser “gatilhos” para reações de luta ou fuga.</p>
<p>Entretanto, sem ajuda psicológica, essa situação pode se agravar, levando a quadros de ansiedade severa, dificuldade para lembrar de muitas coisas, dificuldade para dormir, explosões de tristeza e raiva, bem como a mudanças na rotina para evitar alguns lugares, elevadores, ambientes, entre outros.</p>
<p>Nem todas as pessoas que passam por um trauma desenvolvem o TEPT. Mas, aquelas que o fazem, geralmente se beneficiam de um acompanhamento psicológico que as auxilie a conhecer e a superar os medos desenvolvidos durante o evento traumático.</p>
<p>A boa notícia é que há a possibilidade de retomar a vida e reorganizar-se internamente para lidar com as experiências negativas com a devida proporção, mantendo a dor no devido lugar &#8211; sem negá-la; porém, não permitindo que ela ocupe, no presente, um espaço que não deve mais ocupar.</p>
<p>É importante também dizer que a harmonia entre os diferentes tempos da vida é essencial. Quando vivemos sem esse equilíbrio, o passado pode atrapalhar o futuro, o presente pode ser comprometido pelo passado, os sentimentos atuais podem interferir na percepção do que ficou para trás e no que vamos fazer daqui para frente, e assim por diante. Em todas estas distorções, quem mais sofre é você.</p>
<p>Neste ínterim, o ideal é que mantenhamos conosco as boas memórias, mas sem fingir que, algo não tão bom, não aconteceu. Das experiências desagradáveis, ou dolorosas, devemos extrair os ensinamentos e aprendizados. Com isso, podemos inclusive trabalhar o perdão e a gratidão, trazendo para o tempo presente uma sensação de paz interior, por abandonar uma dor que, embora tenha acontecido, passou.</p>
<p>Nesse contexto, o passado pode ser visto como uma escola, um tempo de aquisição de experiências que, se olhado com o devido desprendimento, pode permitir o rompimento de algumas crenças limitantes, as quais atrapalham nosso presente.</p>
<p>Já em relação ao futuro, este pode ser almejado sem o véu turvo do medo e das expectativas negativas, as quais podem se alimentar de traumas vividos no passado ou no presente. E, caso isso não seja trabalhado internamente, pode atrapalhar não só as nossas decisões, como também os acontecimentos que ainda virão. Então, manter o foco nos pensamentos positivos é estar em dia com suas emoções e com as possibilidades que o futuro pode oferecer.</p>
<p>Ou seja, sentir os tempos em seus devidos lugares é essencial para a felicidade do ser humano, pois é importante encontrar um equilíbrio entre o passado, o presente e o futuro. Isso proporcionará que você possa viver da melhor maneira, atribuindo o devido valor aos fatos e às emoções, em seus respectivos tempos, para que se possa, especialmente, aproveitar o presente &#8211; o tempo em que você de fato está.</p>
<p>Por fim, acredito que, assim, poderemos viver a vida em abundância que Jesus nos prometeu em João 10:10: &#8220;O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.&#8221; Isto é, viver sobre plenitude de vida.</p>
<p>Portanto, se você sente que esta divisão não está clara internamente, procure a psicoterapia. Não perca a oportunidade de aproveitar mais o momento atual, afastando a ansiedade de querer saber e controlar exatamente como será o futuro, como também evitando manter-se preso a histórias do passado, que a ele pertencem. Por isso, viva o agora!</p>
<p><strong>INDICAÇÃO DE VÍDEO</strong>:</p>
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<p><strong>INDICAÇÃO DE LEITURA</strong>:</p>

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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS:</strong></p>
<p><a href="https://psicoposts.com.br/">https://psicoposts.com.br/</a></p>
<p><a href="https://www.gotquestions.org/Portugues/vida-abundante.html">https://www.gotquestions.org/Portugues/vida-abundante.html</a></p>
<p><strong>*Texto revisado pela professora Vanessa Monzillo  </strong><a href="https://www.instagram.com/prof.vanessa.redacao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>@prof.vanessa.redacao</strong></a></p>
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		<title>Comunicação Não-Violenta Através de uma Escuta Ativa</title>
		<link>https://danielmastral.com.br/comunicacao-nao-violenta-atraves-de-uma-escuta-ativa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Karla Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 21:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cintia Karla]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[ajudapsicologica]]></category>
		<category><![CDATA[comportamentopassivo]]></category>
		<category><![CDATA[comunicacaonaoviolenta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um processo que tem como objetivo permitir interações baseadas tanto na parceria quanto na cooperação, para relacionamentos mais autênticos, com posturas menos defensivas do que temos habitualmente.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra.”</p>
<p>“Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.”</p>
<p>“A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.”</p>
<p style="text-align: right;"><strong> Contos árabes</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um processo que tem como objetivo permitir interações baseadas tanto na parceria quanto na cooperação, para relacionamentos mais autênticos, com posturas menos defensivas do que temos habitualmente.</p>
<p>É uma forma de comunicação que estimula a compaixão e a empatia, inclusive   também é chamada de Comunicação Empática. Ela visa à conexão transparente com o outro, entendendo que grande parte dos conflitos de comunicação surgem muito mais pela forma como usamos as palavras, do que por aquilo que, de fato, estamos querendo comunicar.</p>
<p>A partir disso, vejamos que, na Bíblia, há uma passagem muito esclarecedora acerca desta questão em 1 Coríntios 9:22 – “para os fracos, tornei-me fraco, para ganhar os fracos. Tornei-me tudo para com todos, para de alguma forma salvar a alguns”. Este versículo elucida o quão importante é a conexão empática, a fim de que haja a comunicação, sem que esta seja agressiva.</p>
<p>Esta mudança no ato de se comunicar é uma consciência individual, que caminha na contramão do comportamento habitual dos embates. Quando há alguma discordância, a Comunicação Não-Violenta sugere um diálogo sem classificações fechadas de &#8220;certo&#8221; e &#8220;errado&#8221;. O objetivo não é &#8220;vencer&#8221; o outro, nem fomentar um clima de julgamento, crítica ou uma sensação de superioridade; mas, sim, desenvolver a responsabilidade emocional/afetiva de saber se comunicar de forma objetiva e verdadeira no que se refere às nossas intenções e expectativas em nossos relacionamentos interpessoais. Podemos ter o momento do “joguinho da conquista”, todavia havemos de ser responsáveis pela nossa interação e comunicação com a outra pessoa, lembrando que tanto emoções quanto expectativas criadas podem ser supridas, ou não, nessa relação.</p>
<p>Para um observador mais atento, é comum encontrar alguma dor emocional por trás de comportamentos envolvendo a comunicação agressiva. Muitas vezes, convivemos em ambientes que estimulam a competitividade, a imposição de ideias e as atitudes agressivas. Isto pode nos estimular não só a agir da mesma forma (ação x reação), como podemos também a sermos levados a agir da forma oposta, ou seja, com uma postura sempre defensiva e fechada ao diálogo, mesmo sem nos darmos conta.</p>
<p>Nesse sentido, o psicólogo americano, Marshall Rosenberg, desenvolveu um método comunicativo chamado de “Comunicação Não-Violenta”, que consiste, resumidamente, na prática de quatro passos para repensarmos os acontecimentos sob uma nova ótica e tomarmos atitudes mais positivas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6103 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/04/danielmastral-comunicacao-nao-violenta1.jpg" alt="" width="375" height="260" /></p>
<p>Na CNV, o modo de ataque ou de defesa são igualmente inadequados, e devem ser evitados. Diante de um embate, um bom começo é dizer ao outro como nos sentimos, ao invés de tentarmos impor nosso pensamento, ou ouvirmos o outro com o objetivo de contra-argumentar, sem buscar realmente compreendê-lo.</p>
<p>A ideia da CNV é propor uma comunicação honesta e transparente, que não se limite ao nosso ponto de vista e que permita uma troca verdadeira e produtiva de argumentos, opiniões e sentimentos.</p>
<p>Assim, é de grande valia procurar um psicólogo para nos ajudar a desenvolver esta forma de se relacionar, sendo respeitosos com nossos princípios, empáticos e &#8220;desarmados&#8221;. Isto poderá fazer uma diferença incrível na nossa vida e em nossas relações.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6104 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/04/danielmastral-comunicacao-nao-violenta2.jpg" alt="" width="216" height="306" /></p>
<p>“O maior problema com a comunicação é que nós não ouvimos para entender. Ouvimos para responder. Quando ouvimos com curiosidade, não ouvimos com a intenção de responder, ouvimos o que está por trás das palavras.”<br />
Roy T. Bennett</p>
<p>Não é incomum ouvirmos frases como &#8220;Nossa, eu só queria ajudar!&#8221;, &#8220;Não, eu não estou com raiva!&#8221;, &#8220;Para mim, tanto faz&#8221;, &#8220;Você é quem sabe&#8221;, &#8220;É&#8230; pode ser que você esteja certo&#8221;, &#8220;Por que você ficou tão chateado?&#8221;, entre outras.</p>
<p>Essas são reações típicas de quem tem os comportamentos Passivo-Agressivo. São frases ditas com alguma acidez, ressentimento e transmissoras da sensação de que algo está mal resolvido.</p>
<p>Dessa forma, conviver com alguém que tenha comportamento passivo-agressivo pode causar sofrimento e frustração, pois as emoções negativas costumam ser expressas de forma indireta e camuflada, deixando um clima pesado e tenso, ainda que de maneira sutil.</p>
<p>Esses tipos de pessoas costumam agir como vítimas e expressam seus sentimentos negativos de maneira dissimulada, o que dificulta bastante as relações interpessoais. É comum que sejam pessoas que não aceitam ser contrariadas e, muitas vezes, sequer admitem que realmente sentem raiva ou rancor.</p>
<p>Essa forma passiva de lidar com a raiva as leva a preferir usar o sarcasmo e a ironia, com indiretas ou palavras dúbias. Quando contrariadas, não falam claramente sobre seus sentimentos, pois têm dificuldade em expressá-los de forma assertiva.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6105 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/04/danielmastral-comunicacao-nao-violenta3.jpg" alt="" width="349" height="349" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/04/danielmastral-comunicacao-nao-violenta3.jpg 349w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/04/danielmastral-comunicacao-nao-violenta3-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 349px) 100vw, 349px" /></p>
<p>Esse tipo de comportamento pode ter sua origem na infância, como um mecanismo de defesa para quem viveu em ambientes familiares nos quais não era apropriado ou seguro expressar as emoções, principalmente, a frustração e a raiva. Os sentimentos, nestes contextos, são expressos de outras formas, não menos sentidos, porém mais disfarçados/contidos. A partir disso, ao não serem reconhecidos ou validados dentro dos seus contextos, criam crenças negativas ou limitantes de que não é possível sentir ou expressar as nossas emoções, como: “eu não dou conta”, “não sou capaz”, dentre outras.</p>
<p>Se percebermos traços desse comportamento em nós, é importante procurar ajuda psicológica. É extremamente significativo conseguir expressar nossas emoções, administrando impulsos e legitimando descontentamentos.</p>
<p>A psicoterapia ajuda a minimizar a resistência aos sentimentos genuínos, dimensionando corretamente a raiva e a frustração. Ou melhor, é um convite ao autoconhecimento, é um trabalho do desenvolvimento de habilidades sociais focado na importância da objetividade para uma vida mais saudável, com relações mais transparentes e harmônicas.</p>
<p>Por fim, escutar e compreender as necessidades do outro oportuniza estarmos mais conscientes do momento, criando uma conexão mais assertiva dos pensamentos com as palavras. Evitando, assim, o bloqueio dessa conexão na interpretação julgadora dos comportamentos apresentados pelo outro, ou seja, evitando a busca pelos culpados e não pelas soluções, isto é, alimentando “mimimi’s” desnecessários. Portanto, fica a dica: “A qualidade das relações é definida pela qualidade da comunicação.”</p>
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<p><strong>INDICAÇÃO DE LEITURA:<br />
</strong></p>

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<p><a href="https://www.mppi.mp.br/internet/wp-content/uploads/2020/09/Ebook-Comunicac%CC%A7a%CC%83o-Na%CC%83o-Violenta_MPPI-1-1-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">https://www.mppi.mp.br/internet/wp-content/uploads/2020/09/Ebook-Comunicac%CC%A7a%CC%83o-Na%CC%83o-Violenta_MPPI-1-1-1.pdf</a></p>
<p>REFERÊNCIAS:</p>
<p><a href="https://psicoposts.com.br/">https://psicoposts.com.br/</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=6pbpOV7_8RY">https://www.youtube.com/watch?v=6pbpOV7_8RY</a><br />
<a href="https://www.elenicebrusque.com.br/blog/cnv-comunicacao-nao-violenta-nas-relacoes-de-trabalho/">https://www.elenicebrusque.com.br/blog/cnv-comunicacao-nao-violenta-nas-relacoes-de-trabalho/</a><br />
<a href="https://www.meon.com.br/meonjovem/alunos/uma-nova-forma-de-comunicacao">https://www.meon.com.br/meonjovem/alunos/uma-nova-forma-de-comunicacao</a><br />
<a href="https://www.icomfloripa.org.br/wp-content/uploads/2020/09/WhatsApp-Image-2020-09-09-at-16.33.03.jpeg">https://www.icomfloripa.org.br/wp-content/uploads/2020/09/WhatsApp-Image-2020-09-09-at-16.33.03.jpeg</a><br />
<a href="https://leads2b.com/blog/wp-content/uploads/2020/12/image-22.png">https://leads2b.com/blog/wp-content/uploads/2020/12/image-22.png</a><br />
<a href="https://www.nube.com.br/tv-nube/2021/12/02/tv-nube-voce-sabe-o-que-e-escuta-ativa">https://www.nube.com.br/tv-nube/2021/12/02/tv-nube-voce-sabe-o-que-e-escuta-ativa</a></p>
<p><strong>*Texto revisado pela professora Vanessa Monzillo  </strong><a href="https://www.instagram.com/prof.vanessa.redacao/"><strong>@prof.vanessa.redacao</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Saúde Mental – Prevenir é Melhor que Remediar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Karla Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Feb 2022 18:49:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cintia Karla]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No início do ano, é comum fazermos muitos planos que envolvem mudanças importantes em nossa mentalidade e comportamento, planos que nos colocam como prioridade em nossa própria vida, como: voltar a praticar atividade física, a emagrecer e a ter uma relação mais saudável com a comida, iniciar um novo curso, fazer uma viagem, viver emocionalmente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No início do ano, é comum fazermos muitos planos que envolvem mudanças importantes em nossa mentalidade e comportamento, planos que nos colocam como prioridade em nossa própria vida, como: voltar a praticar atividade física, a emagrecer e a ter uma relação mais saudável com a comida, iniciar um novo curso, fazer uma viagem, viver emocionalmente mais saudável e com relações mais equilibradas. Essas são algumas ideias de planejamento entre tantas outras.</p>
<p>Nesse contexto, não foi ao acaso que o primeiro mês do ano foi o escolhido para a campanha do “Janeiro Branco”. Isto se deu por conta do início do ano ser marcado pela sensação de um novo ciclo, tanto pela idealização de novos projetos, quanto pela motivação para uma nova forma de viver a vida. Então, nada como pegar embalo desse clima e propor que as pessoas reflitam, também, sobre sua saúde mental e emocional.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5632 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/02/capa-saude-mental-daniel-mastral-11.jpg" alt="" width="640" height="490" /></p>
<p>Janeiro representa o novo. Por isso, temos a sensação de que uma página foi virada, de que estamos diante de novas oportunidades. É o momento ideal para os começos &#8211; ou recomeços. É a fase em que se pretende desenhar uma nova história, iniciar uma nova vida, com os cuidados necessários, longe das amarras e dos conformismos.</p>
<p>Devido a este contexto, tem-se o “Janeiro Branco”, uma campanha celebrada desde 2014 e que vem ganhando destaque a cada ano, ao divulgar informações, promover reflexões e estimular os cuidados com a saúde mental das pessoas.</p>
<p>Entretanto, é igualmente comum que, logo nas primeiras semanas do novo ano, a vida já retome o ritmo intenso, com as mesmas atribulações e compromissos de sempre, voltando a colocar esses planos muito rapidamente em segundo plano.</p>
<p>Para muitos, inclusive, essa dinâmica acelerada é agravada pela crença de que cuidar de si mesmo pode ser uma forma egoísta de viver. Isto porque, emocionalmente, o saudável é fazer exatamente o contrário. Colocar-se em prioridade e cuidar de si é compreender que o autocuidado ajuda a reequilibrar a vida como um todo, inclusive quando se deseja estar apto para também cuidar dos outros. Assim como está escrito em I Coríntios 16:14 – façam tudo com amor. Amar é uma atitude. Atitude que você pode ter consigo mesmo e com as outras pessoas, tanto na compreensão quanto no acolhimento do seu próprio sofrimento como do outro, sem julgamento (Romanos 14:13).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5634 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/02/capa-saude-mental-daniel-mastral-12.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p>Diante disso, o autoconhecimento tem papel fundamental nesta trajetória. E, para desenvolvê-lo, a psicoterapia é uma grande aliada. Hoje, grande parte da população já reconhece que os sentimentos, as emoções, os sofrimentos, as angústias, a sensação de solidão, entre outros, precisam ser acolhidos, compreendidos e trabalhados, para que haja a manutenção da nossa saúde e bem-estar.</p>
<p>Nesse sentido, é muito saudável pensar no próprio bem-estar e permitir-se ser prioridade na sua lista de desejos para este ano de 2022. Esse autocuidado é muito mais do que simplesmente reservar um tempo para si. Na verdade, ele abrange todas as áreas da vida e envolve desafios que vão desde se conhecer melhor emocionalmente, até cuidados com a saúde física e com sua rotina. Esses cuidados poderão ser sentidos, inclusive, na esfera social, afetiva, econômica e profissional.</p>
<p>Dessa forma, para desenvolver este autoconhecimento, o acompanhamento de um psicólogo pode ser muito enriquecedor, pois a psicoterapia ajuda você a conhecer melhor os seus limites e os seus desejos, a manter o foco neste compromisso com o seu autocuidado. A partir disso, será possível evitar que a rotina de mais um ano volte a colocar sua saúde emocional em segundo plano, atrasando as mudanças que você planejou &#8211; e que deseja que se tornem realidade &#8211; em sua vida.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5635 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/02/capa-saude-mental-daniel-mastral-14.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p>Doenças mentais e psiquiátricas, como: a depressão, os transtornos de ansiedades, o transtorno bipolar, a esquizofrenia, entre outras, que podem ter enorme impacto na qualidade de vida, também podem ser controladas com o tratamento adequado.</p>
<p>Neste ínterim, definitivamente, a saúde mental é tão importante quanto a física. Sendo importante ressaltar que transtornos ou doenças mentais não são fraqueza, descontrole ou frescura. Portanto, devem ser levados a sério e tratados.</p>
<p>Existe um compromisso e um esforço dos profissionais e das entidades para que os conhecimentos produzidos pela Psicologia se tornem cada vez mais disponíveis para a população, a fim de que mitos e tabus sejam abandonados. “Janeiro Branco” vem como um alerta, um chamado que deve perdurar por todos os meses de todos os anos.</p>
<p>Vale dizer que a condição de sofrimento emocional não deve ser encarada como fraqueza, nem como um estado permanente. Ela precisa ser reconhecida e tratada &#8211; e este cuidado pode mudar a história e o futuro de uma pessoa.</p>
<p>Portanto, ao detectar o quanto antes que algo não vai bem e procurar ajuda profissional pode ajudar a evitar quadros mais danosos e profundos. È importante entender que não há problema nenhum em detectar que algo não vai bem. O problema está em não fazer nada a respeito. Em I Tessalonicenses 5:14 diz que, como cristãos verdadeiros, devemos criar ambientes de segurança para que as pessoas possam admitir suas fraquezas sem serem condenadas, desprezadas ou “canceladas”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5636 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/02/capa-saude-mental-daniel-mastral-18.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p>A boa saúde mental pode ser definida como sendo um estado de bem-estar, no qual o indivíduo desenvolve, harmoniosamente, suas habilidades pessoais. Isto lhe permite conseguir lidar com as adversidades e com os conflitos naturais da vida, trabalhando de forma produtiva, sentindo satisfação em viver e em se relacionar com os outros, por fim,  estando apto a contribuir também com a sua comunidade.</p>
<p>Então, convidamos você &#8211; assim como nós, profissionais da saúde – a levar adiante a mensagem sobre a importância dos cuidados com a saúde emocional e mental. E, claro, que cuide da sua própria com seriedade e respeito.</p>
<p>O “Janeiro Branco” é dedicado à construção de uma cultura da Saúde Mental para toda a humanidade! Nenhum sofrimento precisa permanecer desamparado e ninguém deve sofrer em silêncio. Lembre sempre que: Abrir-se para falar sobre o assunto é o primeiro passo.</p>
<p>Acolha esta ideia. Você importa, de Janeiro a Janeiro.</p>
<p>Indicações de leitura:</p>

<a href='https://danielmastral.com.br/saude-mental-prevenir-e-melhor-que-remediar/danielmastral-45661/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/02/danielmastral-45661-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/02/danielmastral-45661-150x150.jpg 150w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/02/danielmastral-45661.jpg 660w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/saude-mental-prevenir-e-melhor-que-remediar/daniel-mastral-e1234/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/02/daniel-mastral-e1234-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/saude-mental-prevenir-e-melhor-que-remediar/daniel-mastral-mastral-daniel/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/02/daniel-mastral-mastral-daniel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/saude-mental-prevenir-e-melhor-que-remediar/images/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/02/images-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/saude-mental-prevenir-e-melhor-que-remediar/mark/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/02/MARK-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
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<a href='https://danielmastral.com.br/saude-mental-prevenir-e-melhor-que-remediar/saude-mental-danile-mastral-derde/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/02/saude-mental-danile-mastral-derde-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/saude-mental-prevenir-e-melhor-que-remediar/saude-mental-dicas-mente-mais-saudavel-4ad4-capa/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2022/02/saude-mental-dicas-mente-mais-saudavel-4ad4-capa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>

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		<title>Balanço de Fim de Ano &#8211; Quais lições emocionais seguirão com você?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Karla Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Dec 2021 23:18:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cintia Karla]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nessa época, muita gente decide fazer da saúde emocional e mental uma prioridade no ano que se aproxima. Se percebermos que esta melancolia perdura mais do que deveria e que nossas emoções estão precisando de cuidado, não podemos hesitar em buscar a psicoterapia. Um psicólogo pode ajudar na validação dos nossos sentimentos e nos ajudar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5535 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/mastral-ano-novo.jpeg" alt="" width="566" height="566" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/mastral-ano-novo.jpeg 1080w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/mastral-ano-novo-150x150.jpeg 150w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/mastral-ano-novo-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 566px) 100vw, 566px" /></p>
<p>Nessa época, muita gente decide fazer da saúde emocional e mental uma prioridade no ano que se aproxima. Se percebermos que esta melancolia perdura mais do que deveria e que nossas emoções estão precisando de cuidado, não podemos hesitar em buscar a psicoterapia.</p>
<p>Um psicólogo pode ajudar na validação dos nossos sentimentos e nos ajudar a repensar nossa vida, para que a simbologia do nascimento e da renovação, tão vívida durante o Natal, seja um bom ponto de partida para caminhos novos e mais felizes, através de escolhas assertivas e significativas.</p>
<p>Qualquer hora é certa para darmos este passo. Natal e Réveillon podem até servir de marco, mas lembremo-nos de que nossos ciclos pessoais podem abrir e fechar a qualquer momento, sem data pré-definida.</p>
<p>Dessa maneira, o balanço de fim de ano é um ótimo momento para acolhermos erros, revermos ideias, melhorarmos as habilidades emocionais, elaborarmos novos planos e darmos o primeiro passo na direção das tão desejadas mudanças.</p>
<p>Desejo que comecemos o Ano Novo abrindo-nos para emoções mais positivas e novas atitudes. Que tal nos afastarmos do que é reconhecidamente negativo para os nossos sentimentos e nos focarmos no que é de fato relevante para nossas vidas?</p>
<p>Gostaria de sugerir um<a href="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/RetrospectivaeMetas.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong> exercício como reflexão</strong></a>, da minha colega psicóloga clínica Juliana Pintor (CRP 06/73552): vamos pegar uma folha de papel, dividir em 4 partes e escrever os seguintes títulos para cada uma delas: abandonar, manter, melhorar/aprimorar e adquirir/conquistar. Então, vamos escrever nossos objetivos para o próximo ano, baseando-nos nesse ano de 2021, em todas as áreas de nossa vida: espiritual, emocional, física, material, social e intelectual.</p>
<p>Treinar esse olhar &#8211; sobre o que de fato importa &#8211; pode fazer toda a diferença entre começar um ano qualquer ou iniciar o Ano Novo que realmente queremos e merecemos ter. Vamos viver nossa melhor versão todos os dias! Boas Festas!</p>
<p><a href="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/RetrospectivaeMetas.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Clique aqui para baixar o Exercício em PDF</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS:</strong></p>
<p><a href="https://psicoposts.com.br/">https://psicoposts.com.br/</a></p>
<p><a href="https://www.vittude.com/blog/compaixao-os-beneficios-de-desenvolver-um-olhar-compassivo-ao-outro/#:~:text=outro%20%2D%20Blog%20Vittude-,Compaix%C3%A3o%3A%20os%20benef%C3%ADcios%20de%20desenvolver%20um%20olhar%20compassivo%20ao%20outro,reduzir%20o%20sofrimento%20do%20outro">https://www.vittude.com/blog/compaixao-os-beneficios-de-desenvolver-um-olhar-compassivo-ao-outro</a></p>
<p><a href="https://www.psicologajulianapintor.com.br/">https://www.psicologajulianapintor.com.br/</a></p>
<p>*Texto revisado pela professora Vanessa Monzillo</p>
<p>O post <a href="https://danielmastral.com.br/balanco-de-fim-de-ano-quais-licoes-emocionais-seguirao-com-voce/">Balanço de Fim de Ano &#8211; Quais lições emocionais seguirão com você?</a> apareceu primeiro em <a href="https://danielmastral.com.br">Portal Daniel Mastral</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quais os sentimentos e emoções que as festas de final de ano podem despertar em nós ?</title>
		<link>https://danielmastral.com.br/quais-os-sentimentos-e-emocoes-que-as-festas-de-final-de-ano-podem-despertar-em-nos-e-como-lidar-com-eles/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Karla Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Dec 2021 23:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cintia Karla]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://danielmastral.com.br/?p=5529</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; O fim do ano se aproxima e, ao mesmo tempo em que planejamos com alegria e entusiasmo as festas do final do ano, percebemos nossas emoções mais afloradas neste período, não é verdade? O Natal não é somente uma data. É uma época que desperta em nós um &#8220;estado de espírito&#8221;, o qual dura [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5531 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/natal-daniel-mastral.jpeg" alt="" width="579" height="579" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/natal-daniel-mastral.jpeg 1080w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/natal-daniel-mastral-150x150.jpeg 150w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/natal-daniel-mastral-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 579px) 100vw, 579px" /></p>
<p>O fim do ano se aproxima e, ao mesmo tempo em que planejamos com alegria e entusiasmo as festas do final do ano, percebemos nossas emoções mais afloradas neste período, não é verdade?</p>
<p>O Natal não é somente uma data. É uma época que desperta em nós um &#8220;estado de espírito&#8221;, o qual dura quase todo o mês de Dezembro – diferente para cada pessoa.</p>
<p>Nesta época, parece que ficamos mais sensíveis, generosos, solidários, diante de tantas celebrações, encontros e partilhas, além de vivenciarmos situações reflexivas e nostálgicas. Essas emoções independem das tradições particulares de cada família. Seja pela celebração do reencontro, pelo resgate de boas ou más lembranças, pela saudade de uma distância ou pela dor de uma ausência, o Natal costuma nos colocar em um estado mais sensível.</p>
<p>É um período de reflexões sobre nossos sucessos e sobre o que chamamos de fracassos. Dessa forma, é essa &#8220;faxina interna&#8221; que pode fazer com que os vazios fiquem mais latentes. Assim, pensamos em quem chegou e em quem partiu, nos encontros e nas despedidas. São nestes momentos em que as faltas são mais sentidas e, naturalmente, as emoções ficam mais à flor da pele.</p>
<p>Tudo que nos rodeia durante o período natalino remete a famílias reunidas, fartura à mesa, abraços, presentes, árvore enfeitada e intensa alegria. Mas nem sempre este é o nosso momento. Nem todo Natal é perfeito. E quando isso acontece, é natural sentir alguma angústia ou tristeza. Lembremos que nem tudo da realidade é o ideal que desejamos.</p>
<p>É muito importante permitir a nós mesmos viver essas emoções, caso elas surjam, sem perder de vista que se trata de uma sensação passageira. Ainda que o momento não seja bom, é bom lembrarmos que a vida tem seus altos e baixos &#8211; e que o Ano Novo, que já se aproxima, pode trazer oportunidades de vivermos dias melhores.</p>
<p>Não nos reprimamos. Expressemos os nossos sentimentos, mesmo que não achemos motivo aparente para nossa melancolia. Vamos procurar encurtar distâncias, se possível, mostrando nosso amor da forma como pudermos. Isso fará enorme diferença para as pessoas ao nosso lado, as quais, muitas vezes, também se encontram no momento mais sensível do ano, o qual pode ser compartilhado pela empatia e pela compaixão vivenciada. Assim: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade” <a href="https://dailyverses.net/pt/colossenses/3/12">Colossenses 3:12</a>.</p>
<p>Além disso, vivenciamos um momento em que podemos ser solidários com o próximo e fazer diferença na vida de pessoas que nem mesmo conhecemos, mas que podem ser beneficiadas. “A atenção é o melhor presente que podemos dar ao outro.  Nossa capacidade de amar depende da qualidade da nossa atenção.”<br />
— Don Laurence Freeman.</p>
<p>Quando temos atitudes de compaixão, promovemos um movimento de sair do nosso autocentramento e diminuímos o peso de nossos próprios problemas.  Consideramo-nos numa perspectiva de completude e podemos ajudar aos outros e a nós mesmos. Para tanto: “Antes, sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo” <a href="https://dailyverses.net/pt/efesios/4/32">Efésios 4:32</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS:</strong></p>
<p><a href="https://psicoposts.com.br/">https://psicoposts.com.br/</a></p>
<p><a href="https://www.vittude.com/blog/compaixao-os-beneficios-de-desenvolver-um-olhar-compassivo-ao-outro/#:~:text=outro%20%2D%20Blog%20Vittude-,Compaix%C3%A3o%3A%20os%20benef%C3%ADcios%20de%20desenvolver%20um%20olhar%20compassivo%20ao%20outro,reduzir%20o%20sofrimento%20do%20outro">https://www.vittude.com/blog/compaixao-os-beneficios-de-desenvolver-um-olhar-compassivo-ao-outro</a></p>
<p><a href="https://www.psicologajulianapintor.com.br/">https://www.psicologajulianapintor.com.br/</a></p>
<p>*Texto revisado pela professora Vanessa Monzillo</p>
<p>O post <a href="https://danielmastral.com.br/quais-os-sentimentos-e-emocoes-que-as-festas-de-final-de-ano-podem-despertar-em-nos-e-como-lidar-com-eles/">Quais os sentimentos e emoções que as festas de final de ano podem despertar em nós ?</a> apareceu primeiro em <a href="https://danielmastral.com.br">Portal Daniel Mastral</a>.</p>
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		<title>Geração Z &#8211; Quem são os &#8220;nativos digitais&#8221;?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Karla Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Dec 2021 23:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cintia Karla]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Geração Z é formada pelos nascidos entre o fim da década de 1990 e 2010. É a primeira geração a nascer em um cenário no qual a tecnologia é acessível e onipresente; por esta razão, são chamados &#8220;nativos digitais&#8221;. As pessoas desta geração utilizam tecnologia desde a infância e são capazes de viver, simultaneamente, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Geração Z é formada pelos nascidos entre o fim da década de 1990 e 2010. É a primeira geração a nascer em um cenário no qual a tecnologia é acessível e onipresente; por esta razão, são chamados &#8220;nativos digitais&#8221;.</p>
<p>As pessoas desta geração utilizam tecnologia desde a infância e são capazes de viver, simultaneamente, realidades presenciais e digitais, pois cresceram jogando videogames e usando smartphones. Além disso, veem as inovações (tanto de tecnologia quanto de ideias) não como rupturas, mas como avanços naturais.</p>
<p>Independentes, individualistas e imediatistas, as pessoas da Geração Z aprenderam a se relacionar pelas redes sociais e por aplicativos. Por isso, muitos podem ter dificuldade em gerar vínculos pessoais duradouros ou em socializar fora do ambiente virtual.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5510 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/geracaoz-1mastral2.jpg" alt="" width="640" height="426" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/geracaoz-1mastral2.jpg 640w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/geracaoz-1mastral2-600x398.jpg 600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>É importante mencionar também que esse acesso à tecnologia impacta, inclusive, sobre os planos que a referida geração projeta para o futuro. Por entenderem as incontáveis possibilidades da internet, não veem mais a graduação universitária como a única forma de obter crescimento financeiro. Viver sem um emprego formal, para eles, não representa a mesma insegurança que para gerações anteriores.</p>
<p>A Geração Z também se engaja fortemente em causas sociais e políticas, normalmente de forma mais inclusiva, já que a globalização fez com que tivessem acesso à maior pluralidade de pessoas e de interesses. Isto os leva a exaltar a individualidade e a acolher diferenças com mais naturalidade &#8211; uma lição muito valiosa para as gerações anteriores.</p>
<p>Como qualquer outra, a Geração Z também possui seus desafios emocionais. Isto se evidencia por meio da presença da tecnologia em quase todos os aspectos da vida, podendo conduzir à dificuldade em relação ao desenvolvimento de competências emocionais importantes, ligadas aos relacionamentos, ao criar padrões de isolamento nocivos à saúde emocional.</p>
<p>Ademais, há a possibilidade de virar uma histeria, também chamada doença psicogênica em massa, a qual pode ocorrer com vários membros de uma comunidade de forma mais ou menos simultânea, como um ataque nervoso ou de ansiedade.</p>
<p>Tal fenômeno foi retratado quando a Netflix lançou seu longa-metragem, Bird Box, em 2018. Apesar de Muitos espectadores ficarem questionando o que era o “monstro” que levara todos ao suicídio, apenas uma das teorias on-line foi a mais plausível ao dizer que o “monstro” representava o contágio histérico em massa.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5511 alignleft" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/geracaoz-1mastral3.jpg" alt="" width="344" height="515" /></p>
<p>Nesta perspectiva, houve numerosos casos de histeria na história, tais como:  epidemia do riso que ocorreu em Tanganyika (Tanzânia), em 1962, na qual centenas de crianças e adultos riam e choravam durante dias e a conhecida Guerra dos Mundos, histeria causada pela falsa invasão extraterrestre que Orson Welles transmitiu via rádio, em 1938, nos Estados Unidos.</p>
<p>Mais recentemente, no Le Roy Junior / High School, perto de Buffalo, Nova York, em outubro de 2011, duas adolescentes apresentaram movimentos involuntários de contração e de sacudidas. Até aumentar para 20 pessoas (a maioria adolescente). Segundo o Dr. Laszlo Mechtler, que tratou 15 pacientes no Instituto de Neurologia Dent, os sintomas foram agravados pela mídia social e pela atenção da imprensa.</p>
<p>A partir disso, desde 2019, pesquisadores de diversos países têm alertado para o surgimento de um novo e insólito tipo de cacoete. Sua origem é preocupante: as redes sociais, representadas por aplicativos de mídia, tais como: TikTok, Reels, Kwai, os quais possuem mais de 1 bilhão de usuários.</p>
<p>Em decorrência desses eventos, uma série de artigos publicados em revistas médicas, desde o início da pandemia de Covid-19, tratou do aumento de casos de jovens que apresentaram início repentino de tiques motores e fônicos, de prevalência feminina. Ou seja, foram mais as meninas que começaram a copiar os tiques alheios de influenciadoras digitais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5512 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/geracaoz-1mastral4.jpg" alt="" width="640" height="426" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/geracaoz-1mastral4.jpg 640w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/geracaoz-1mastral4-600x398.jpg 600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Segundo o código internacional de doenças – CID 10 – a categoria dos tiques é F9; todavia, não há uma linha divisória clara entre o transtorno de tique com perturbação emocional associada e a perturbação emocional com alguns tiques associados. Entretanto, o diagnóstico deve representar o tipo principal de anormalidade, podendo ser classificados em:</p>
<p>CID F95.0 &#8211; Transtorno de tique transitório: tique que não persiste por mais de 12 meses. Mais frequentemente por volta dos 4 a 5 anos, aparecendo sob a forma de piscar os olhos, mímica facial ou movimento da cabeça.</p>
<p>CID F95.1 &#8211; Transtorno de tique motor ou vocal crônico: critério geral de tique onde existem tiques motores ou vocais, mas não ambos ao mesmo tempo, podem ser isolados ou, mais frequentemente, múltiplos por mais de 1 ano.</p>
<p>CID F95.2 &#8211; Tiques motores e vocais múltiplos (síndrome de Gilles de la Tourette): há ou tem havido tiques motores múltiplos e tiques vocais, embora não obrigatoriamente ocorrendo de maneira simultânea. Essas síndromes têm início na fase da infância e da adolescência, com história de tiques motores serem antes dos vocais. Se agrava e persiste na fase adulta.</p>
<p>CID F95.8 – Outros transtornos de tique.</p>
<p>CID F95.9 – Transtorno de tique, não especificado: a subcategoria específica não está especificada ou no qual os aspectos não preenchem os critérios para F95.0, F95.1 ou F95.2.</p>
<p>Por fim, a psicologia pode ajudar a administrar a ansiedade e o estresse emocional, muito comuns nesses jovens, levando-os a desenvolver as ferramentas internas para terem uma vida mais plena e feliz, na qual a tecnologia seja uma parte, mas não a única forma de se relacionar com o mundo, tão maior do que a tela do smartphone.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS:</strong></p>
<p><a href="https://psicoposts.com.br/">https://psicoposts.com.br/</a></p>
<p><a href="https://canalhistoria.pt/blogue/a-histeria-coletiva-na-historia/">https://canalhistoria.pt/blogue/a-histeria-coletiva-na-historia/</a></p>
<p><a href="https://ocys.com.br/artigo/10-casos-perturbadores-de-contagio-histerico-em-massa-como-bird-box">https://ocys.com.br/artigo/10-casos-perturbadores-de-contagio-histerico-em-massa-como-bird-box</a></p>
<p>https://veja.abril.com.br/saude/a-geracao-tique-toque-na-era-das-redes-surgem-novos-tipos-de-cacoetes/</p>
<p>Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10 Descrições Clínicas e Diretrizes Diagnósticas – Coord. Organiz. Mund. Da Saúde; trad. Dorgival Caetano – Porto Alegre. Artmed, 1993.</p>
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		<title>Dependência Afetiva &#8211; O que leva à falta de autonomia emocional?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Karla Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 21:50:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cintia Karla]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faz parte da natureza humana sermos dependentes em alguns momentos de nossas vidas. Quando pequenos, por exemplo, dependemos do cuidado de outras pessoas. E isso é natural. Dessa forma, é saudável que o desenrolar da vida nos proporcione maturidade e autonomia, para que possamos ser independentes e livres. Porém, isso nem sempre acontece no território [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5414 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-dependencia-afetiva-1.jpg" alt="" width="383" height="383" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-dependencia-afetiva-1.jpg 383w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-dependencia-afetiva-1-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 383px) 100vw, 383px" /></p>
<p>Faz parte da natureza humana sermos dependentes em alguns momentos de nossas vidas. Quando pequenos, por exemplo, dependemos do cuidado de outras pessoas. E isso é natural. Dessa forma, é saudável que o desenrolar da vida nos proporcione maturidade e autonomia, para que possamos ser independentes e livres.</p>
<p>Porém, isso nem sempre acontece no território das emoções. Para algumas pessoas, sobretudo as que passam, ou passaram, por grandes traumas, episódios fortes de estresse emocional, mudanças repentinas, perdas ou separações, internamente pode surgir um sofrimento psíquico, que abala a autonomia emocional e pode gerar dependência afetiva.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5415 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-dependencia-afetiva-2.jpg" alt="" width="567" height="518" /></p>
<p>A dependência emocional ou Transtorno da Personalidade Dependente (CID F60.7) é um padrão de comportamento submisso, relacionado à necessidade excessiva de proteção e de cuidados. Logo, consideram que não conseguem cuidar de si mesmos.</p>
<p>Segundo o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5.ª edição, ou DSM-5, para o diagnóstico do transtorno de personalidade dependente, os pacientes devem ter:</p>
<ul>
<li>Necessidade persistente e excessiva de serem cuidados, resultando em submissão e apego.</li>
</ul>
<p>Essa necessidade persistente manifesta-se pela presença de ≥ 5 dos seguintes:</p>
<ul>
<li>Dificuldade em tomar decisões diárias sem uma quantidade excessiva de conselhos e asseguramento por outras pessoas.</li>
<li>Necessidade de fazer com que outros sejam responsáveis por muitos aspectos importantes das suas vidas.</li>
<li>Dificuldade para expressar discordância com os outros porque eles temem perder suporte ou aprovação.</li>
<li>Dificuldade para iniciar projetos por conta própria, porque eles não estão confiantes em seu julgamento e/ou habilidades (não porque não têm motivação ou energia).</li>
<li>Disposição de fazer tudo (p. ex., realizar tarefas desagradáveis) para obter o apoio de outros.</li>
<li>Sentimentos de desconforto ou desamparo, quando estão sozinhos, porque temem não poderem cuidar de si mesmos.</li>
<li>Necessidade urgente de estabelecer um novo relacionamento com alguém que fornecerá cuidados e suporte quando um relacionamento íntimo termina.</li>
<li>Preocupação irrealista com medo de serem abandonados para cuidar de si mesmos</li>
</ul>
<p>Além disso, os sintomas devem ter ocorrido no início da idade adulta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5416" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-dependencia-afetiva-3.jpg" alt="" width="960" height="933" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-dependencia-afetiva-3.jpg 960w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-dependencia-afetiva-3-768x746.jpg 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>Essas situações ficam marcadas como uma espécie de abandono e vulnerabilidade, que persiste ao longo do tempo. Esta sensação é revivida não só no presente, mas também nas novas relações.</p>
<p>É muito comum que pessoas que passam por esta condição de dependência, por se sentirem fragilizadas, tornem-se pouco criteriosas sobre seus laços afetivos. Algumas acabam aceitando permanecer em relações sem qualidade, em troca de &#8220;migalhas&#8221; de afeto.</p>
<p>É comum que essas pessoas &#8211; e também quem está à sua volta &#8211; percebam a necessidade constante da presença de alguém. Essa condição pode levá-las a viver aflita e frustrada, com a incômoda sensação de que há sempre uma perda iminente, um abandono prestes a acontecer.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5417 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DANIELMASTRAL-TEXTO-MARQUES.png" alt="" width="690" height="267" /></p>
<p>Quem sofre de dependência afetiva, muitas vezes, faz também substituições, normalmente de forma inconsciente, com o intuito de preencher a sensação de constante &#8220;vazio&#8221;. Nestes casos, a substituição pode ser por comida, drogas ou até mesmo pela constante busca de aprovação, ou comportamentos de submissão.</p>
<p>A dependência afetiva não apenas compromete relações saudáveis, mas também causa sérios problemas de autoestima. A psicoterapia pode ajudar no amadurecimento emocional e na melhora da autoconfiança, autonomia e autocontrole, para que se possa seguir a vida de forma emocionalmente mais saudável e plena, sendo voz ativa dentro de suas relações, sem depender delas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5418 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-dependencia-afetiva-4.jpg" alt="" width="360" height="360" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-dependencia-afetiva-4.jpg 360w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-dependencia-afetiva-4-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></p>
<p>Sempre existirão escolhas, em todos os momentos. Permanecer numa relação que já não nos faz bem, pode não ser o único caminho possível; entretanto, é preciso saber reconhecer quando este é o único caminho saudável.</p>
<p>Às vezes, sabemos muito bem o que queremos e o que não queremos. Temos clareza sobre o que é tolerável ou não é. Costuma ser fácil identificar onde há e onde não há benefícios. No entanto, muitas vezes, por comodismo, medo do novo ou simplesmente por falta de forças, permanecemos na zona de conforto &#8211; mesmo que ela nem seja mais tão confortável assim. O risco é acostumar-se com o inaceitável e perder as forças para reunir os ânimos, criar coragem suficiente e, simplesmente, partir.</p>
<p>Em momentos assim, é importante definir, antes de tudo, o que que você realmente deseja, quais são os sonhos e metas pelas quais vale lutar. O que você quer é o que você precisa? O que você sonha é possível? É razoável ficar? Quais são os ganhos de partir?</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5419 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-dependencia-afetiva-5.jpg" alt="" width="590" height="495" /></p>
<p>Aos 15 anos da Lei Maria da Penha, podemos falar sobre sua evolução, bem como acerca de sua necessidade de melhora. A consciência e responsabilidade das duas partes são fundamentais para que o dependente não sofra abusos. Quem sofre de pendência emocional cria a crença: antes mal acompanhado, do que só. Isso pode acontecer tanto com mulheres, quanto com homens. Existem grupos terapêuticos para acolher as pessoas que sofrem de dependência emocional.</p>
<p>Mas&#8230; Cíntia, como posso saber se sou um dependente emocional?</p>
<p><strong><u>Características/Sinais de atenção presentes no Homem e na Mulher que amam demais:</u></strong></p>
<ol>
<li>Quando AMAR é sinônimo de sofrimento de dor.</li>
<li>Que ama mais o outro que a si próprio, vive em função do outro.</li>
<li>Gasta a energia ao tentar mudar o comportamento do outro.</li>
<li>Envia Sms em excesso ao parceiro.</li>
<li>Tem Ciúme excessivo. Muitas vezes, o ciúme é confundido com amor. Porém, são coisas distintas, o ciúme exagerado é o amor levado ao limite. É quando a emoção AMOR, se torna patológica.</li>
<li>Obcecado pelo parceiro, sufocando-o, não confiam, e estão permanentemente no controle. Verificam bolsos, celular, e-mail, quilômetros do carro, faturas de telefone e até movimentos do cartão de crédito, sempre na expectativa de encontrar uma prova.</li>
<li>Sempre quer mudar o outro mediante a sua imagem.</li>
<li>Oriundos de um Lar disfuncional, em que as suas necessidades emocionais não foram satisfeitas.</li>
<li>Não se aceita, tanto em seu aspecto físico quanto em suas características.</li>
<li>Os seus relacionamentos são sempre destrutivos.</li>
<li>Está constantemente em relações caóticas, instáveis e dolorosas do ponto de vista emocional.</li>
<li>Não se valoriza nos relacionamentos, precisa ser sempre validado/reconhecido pelo outro.</li>
<li>Numa relação destrutiva, não é capaz de sair da relação sem depressão.</li>
<li>Utiliza o sexo frequentemente como meio manipulador ou muda o parceiro.</li>
<li>É atraído pelo perigo, dramas, intrigas, desafios, evitam relações equilibradas e confiáveis.</li>
<li>Disposto a esperar, a agradar cada vez mais, a ser “prestativo”, mostrando-se útil.</li>
<li>Há dependência do outro.</li>
<li>Possui uma autoestima perigosa e, no fundo, acha que não merece ser feliz;</li>
<li>Necessidade extrema de estar num relacionamento, medo de ficar sozinho. Tem medo de ser abandonado, fazendo qualquer coisa para impedir o fim do relacionamento;</li>
<li>É super atencioso, principalmente com pessoas aparentemente carentes, por não ter recebido um mínimo de atenção, tenta suprir essa necessidade insatisfeita através de outra pessoa;</li>
<li>Está disposto a arcar com mais de 50% da responsabilidade, da culpa e das falhas em qualquer relacionamento.</li>
<li>Como experimentou pouca segurança na infância, tem uma necessidade desesperadora de controlar seus parceiros e seus relacionamentos;</li>
<li>Está muito mais em contacto com o sonho de como o relacionamento poderia ser, do que com a realidade da situação.</li>
<li>Tem tendência psicológica e, com frequência, bioquímica de tornar dependente de drogas, álcool e/ou certos tipos de alimento, principalmente doces.</li>
<li>Ao ser atraído por pessoas com problemas que precisam de solução, ou ao se envolver em situações caóticas, incertas e dolorosas emocionalmente, evita concentrar a responsabilidade em si próprio.</li>
<li>Tende a ter momentos de depressão, e tenta preveni-los através da agitação criada por um relacionamento instável.</li>
<li>Não tem atração por pessoas (homens ou mulheres) gentis, estáveis, seguros e que estão interessados em manter relação. Acha que esses pessoas “agradáveis” são enfadonhas. Gosta das emocionalmente indisponíveis;</li>
<li>A dificuldade de voltar a relacionar por estar carregado de traumas que acabam a contaminação nas próximas relações.</li>
<li>Aterroriza a hipótese de ser abandonado, por isso fará qualquer coisa para que a relação não termine.</li>
<li>São mulheres que sofrem com o amor excessivo em relação a maridos, noivos, namorados, filhos, amigos… A baixa autoestima, em alguns casos, pode desencadear relações patológicas e doentias.  São relações frustradas inseguras com falta de companheirismo. Mulheres ou homens que não conseguem por um ponto final numa relação que já desgastada. Torna-se “doentio” e motivo de desespero de muitas pessoas. Mas há ainda outra situação que causa sofrimento: quando a relação termina por iniciativa do outro.</li>
</ol>
<p>Extraído do livro “Mulheres que Amam Demais”, de Robin Norwood.</p>
<p>Se você se identificou com a maioria dessas características procure ajuda!</p>
<p>Conhece os grupos: <strong>MADA</strong> (mulheres que amam demais) e CODA (grupo de codependentes anônimos)?</p>
<p>Endereços para os grupos: <strong>MADA</strong>: <a href="https://grupomadabrasil.com.br/enderecos-reunioes/">https://grupomadabrasil.com.br/enderecos-reunioes/</a></p>
<p><strong>CODA</strong>: <a href="https://codabrasil.org.br/">https://codabrasil.org.br/</a></p>
<p>Um profissional de psicologia pode ajudar você a responder estas e outras perguntas, trabalhar sua autoestima e motivá-lo a abandonar ideias limitantes e velhos medos, a respeitar-se e optar por um caminho que seja saudável, como você quer e merece ter. Invista em você, invista na sua saúde mental, seja o autor(a) de sua história e viva de forma plena, na sua melhor versão.</p>
<p>Provérbios 3:21-24: “Meu filho guarde consigo a sensatez e o equilíbrio, nunca os perca de vista; trarão vida para você e serão um enfeite para o seu pescoço. Então você seguirá o seu caminho.”</p>
<p>Seguem abaixo sugestões de livros sobre o tema:</p>

<a href='https://danielmastral.com.br/dependencia-afetiva-o-que-leva-a-falta-de-autonomia-emocional/livro-dependencia-emocional-1/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/dependencia-afetiva-o-que-leva-a-falta-de-autonomia-emocional/livro-dependencia-emocional-2/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/dependencia-afetiva-o-que-leva-a-falta-de-autonomia-emocional/livro-dependencia-emocional-3/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/dependencia-afetiva-o-que-leva-a-falta-de-autonomia-emocional/livro-dependencia-emocional-4/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/dependencia-afetiva-o-que-leva-a-falta-de-autonomia-emocional/livro-dependencia-emocional-5/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/dependencia-afetiva-o-que-leva-a-falta-de-autonomia-emocional/livro-dependencia-emocional-6/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/dependencia-afetiva-o-que-leva-a-falta-de-autonomia-emocional/livro-dependencia-emocional-7/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-7-150x150.jpg 150w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-7-301x300.jpg 301w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/dependencia-afetiva-o-que-leva-a-falta-de-autonomia-emocional/livro-dependencia-emocional-8/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/dependencia-afetiva-o-que-leva-a-falta-de-autonomia-emocional/livro-dependencia-emocional-10/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/dependencia-afetiva-o-que-leva-a-falta-de-autonomia-emocional/livro-dependencia-emocional-11/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/dependencia-afetiva-o-que-leva-a-falta-de-autonomia-emocional/livro-dependencia-emocional-12/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-12-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/dependencia-afetiva-o-que-leva-a-falta-de-autonomia-emocional/livro-dependencia-emocional-13/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/livro-dependencia-emocional-13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>

<p>&nbsp;</p>
<p>LINKS PESQUISADOS:</p>
<p><a href="https://elizabethzamerul.com.br/teste-para-dependencia-emocional/">https://elizabethzamerul.com.br/teste-para-dependencia-emocional/</a></p>
<p><a href="http://www.psicoposts.com.br">www.psicoposts.com.br</a></p>
<p><a href="https://zinebrasil.wordpress.com/2017/03/15/lorena-kaz-lanca-livro-sobre-dependencia-emocional-em-sao-paulo/">https://zinebrasil.wordpress.com/2017/03/15/lorena-kaz-lanca-livro-sobre-dependencia-emocional-em-sao-paulo/</a></p>
<p><a href="http://elianabarbosa.com.br/amor-ou-dependencia-emocional/">http://elianabarbosa.com.br/amor-ou-dependencia-emocional/</a></p>
<p><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/transtornos-psiqui%C3%A1tricos/transtornos-de-personalidade/transtorno-de-personalidade-dependente-tpd">https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/transtornos-psiqui%C3%A1tricos/transtornos-de-personalidade/transtorno-de-personalidade-dependente-tpd</a></p>
<p><a href="http://sites.correioweb.com.br/app/noticia/encontro/atualidades/2014/12/31/interna_atualidades,1911/quando-o-excesso-de-amor-vira-doenca.shtml">http://sites.correioweb.com.br/app/noticia/encontro/atualidades/2014/12/31/interna_atualidades,1911/quando-o-excesso-de-amor-vira-doenca.shtml</a></p>
<p><a href="https://wecareon.com/blog/homem-e-mulher-que-amam-demais/">https://wecareon.com/blog/homem-e-mulher-que-amam-demais/</a></p>
<p><strong><em>*Texto revisado pela professora Vanessa Monzillo </em></strong><a href="https://www.instagram.com/prof.vanessa.redacao/"><em>@prof.vanessa.redacao</em></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como lidar com a autossabotagem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Karla Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 20:47:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cintia Karla]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenha consciência do seu limite e busque o autoconhecimento. A autossabotagem é uma forma inconsciente de fazer com que tudo dê errado na própria vida. É uma maneira de negar seus desejos, de procrastinar, de colocar empecilhos em vária situações sem necessidade, de complicar o que é simples, de comprometer a realização de metas, de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tenha consciência do seu limite e busque o autoconhecimento.</strong></p>
<p>A autossabotagem é uma forma inconsciente de fazer com que tudo dê errado na própria vida. É uma maneira de negar seus desejos, de procrastinar, de colocar empecilhos em vária situações sem necessidade, de complicar o que é simples, de comprometer a realização de metas, de dificultar o alcance do êxito e do sucesso e, até mesmo, de correr o risco de prejudicar a própria saúde.</p>
<p>É importante dizer que vários fatores contribuem para desencadear a autossabotagem. Entre eles, estão: o medo do fracasso, o de assumir novas responsabilidades, o de correr riscos, traumas de infância, insegurança em relação ao julgamento alheio, falta de autoconfiança etc. Dessa forma, embora inconscientemente, desistir parece a melhor opção, já que não existem riscos na zona de conforto, mesmo que, nela, você se sinta desconfortável pela sua própria cobrança ou cobranças de terceiros.</p>
<p>Neste contexto, o problema não está em receber críticas e julgamentos de várias formas e de pessoas consideradas importantes. Mas o que é feito a partir disso é que faz toda a diferença em sua vida. Assim, você escolhe ser esponja ou ser filtro.</p>
<p>Portanto, tudo que se propuser a fazer, tem de fazer sentido para você, senão entrará num <em>looping </em>de dietas eternas, de insatisfação constante no trabalho, de  relações que não duram (ou, mesmo que durem, não são suficientemente boas), de escassez de dinheiro e de protelação da saúde, ou seja, ela fica sempre para amanhã&#8230;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5337 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/iceberg.jpg" alt="" width="730" height="853" /></p>
<p>Existem vários tipos de autossabotagem, dentre os quais são mais comuns:</p>
<ul>
<li><strong>Vitimização:</strong> é o caso de pessoas que encontram meios de justificar seus sofrimentos a fim de obter gratificações em troca.</li>
<li><strong>Negação:</strong> nessa modalidade de autossabotagem, o indivíduo nega suas próprias necessidades e desejos a fim de evitar a experimentação do fracasso.</li>
<li><strong>Culpabilidade:</strong> ao se culpar constantemente, a pessoa evita enfrentar os julgamentos alheios; porém, entra em um ciclo punitivo e de autocobrança desnecessário.</li>
<li><strong>Procrastinação: </strong>aqui, o autossabotador deixa tudo para depois; posto que o fato de postergar tarefas funciona como um mecanismo de defesa diante da sensação de incapacidade.</li>
<li>I<strong>nconstância: </strong>uma pessoa autossabotadora possui o hábito de não concluir o que começa; assim, ela se protege não só do fracasso, bem como das consequências do sucesso.</li>
<li><strong>Medo:</strong> sentir medo é comum e natural; no entanto, ele se torna uma autossabotagem quando é excessivo e paralisante.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5338 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/muda.jpg" alt="" width="236" height="236" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/muda.jpg 236w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/muda-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 236px) 100vw, 236px" /></p>
<p style="margin-top: 0cm; text-align: justify; background: white;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Neste ínterim, convém ressaltar que nos relacionamos com as pessoas da mesma forma com que nos relacionamos conosco. Assim, se temos dificuldades em nos aceitar, perdoar, reconhecer nossos talentos e entender a nós mesmos, certamente teremos todas essas dificuldades ao nos relacionarmos com as pessoas com as quais convivemos. Por isso, o autoconhecimento é o principal caminho para ter bons relacionamentos interpessoais, considerado um dos pilares da inteligência emocional. Ademais, em <span style="background: #F9F9F9;">Romanos 12:2, a palavra nos diz: “<i>E não vos conformeis com esse mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente</i>”. Logo, que a metamorfose ambulante seja a sua melhor versão. É muito importante saber que o autoconhecimento pode ajudar a regular a autossabotagem. Comportamentos diferentes oportunizam a ter resultados diferentes. Pense nisso!</span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5339 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/buda.jpg" alt="" width="563" height="584" /></p>
<p>E, por falar em pensamentos, uma maneira de liberar suas reservas cognitivas e emocionais é praticar a autoaceitação. Pergunte a si mesmo: <em>que aspectos da realidade posso aceitar em vez de ficar criando pensamentos limitantes e angustiantes sobre eles?</em> Lembre-se de que pensamentos são só pensamentos, e essa afirmativa vai lhe ajudar a lidar com eles. Em Provérbios 14:22 está escrito que <em>“Não é certo que se perdem os que só pensam no mal? Mas os que planejam o bem encontram amor e fidelidade.”</em></p>
<p>Além disso, você já ouviu falar da síndrome do sapo fervido?</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5340 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/fabuladosapo.png" alt="" width="287" height="320" /></p>
<p>Se você puser um sapo numa panela, enchê-la com água e a colocar no fogo, vai perceber uma coisa interessante: o sapo se ajusta à temperatura da água e permanece lá dentro. E continuaria se ajustando, quanto mais subisse a temperatura.</p>
<p>Quando a água estivesse perto do ponto de fervura e o sapo tentasse saltar para fora, não conseguiria, porque estaria muito cansado devido aos ajustes que teve que fazer. Alguns diriam que o que matou o sapo foi a água fervendo. O que o matou, na verdade, foi a sua incapacidade de decidir quando pular fora.</p>
<p>Pare de se ajustar às pessoas erradas, relacionamentos abusivos, amizades parasíticas, trabalhos fim-de-carreira e tantas situações que vivem “esquentando” você. Quando você já fez tudo o que pôde e ainda tem que viver fazendo mais, você corre o risco de morrer tentando, e não alcançar nada. Saia fora disso! ”</p>
<p>(Autor desconhecido)</p>
<p>Então, por que o sapo morreu? Será que foi a água fervendo? Não&#8230;o que o matou, na verdade, foi a sua acomodação e incapacidade de perceber o seu limite e decidir quando pular fora. Quantas vezes agimos como um sapo? Aparecem oportunidades de mudança e não agimos por causa do medo do que vai acontecer ou da comodidade da vida atual. Quais as situações/relacionamentos que vivem te “esquentando”? Quando você já fez de tudo e ainda tem que fazer mais, qual é o seu limite para decidir pular para fora da panela?</p>
<p>Esta não é uma pergunta fácil de ser respondida, até porque não existe uma única resposta. Nosso limite costuma ser bastante relativo e depende de muitos fatores: o assunto, a pessoa envolvida, o nosso estado de humor, os esforços e possíveis recompensas para suportá-lo, entre outros.</p>
<p>A elasticidade do nosso limite está bastante relacionada ao nosso grau de autoconhecimento e à nossa capacidade de lidar com as situações. É nesse sentido que autoconhecimento pode aumentar nossa tolerância, por sabermos dar a devida dimensão aos fatos, sem aumentar exageradamente o que, de fato, não é enorme.</p>
<p>É muito comum que algumas pessoas se autodenominem de &#8220;pavio curto&#8221;, explosivas ou reativas. Isto deixa claro, de antemão, que seus limites costumam ser pouco flexíveis. Em contrapartida, há aquelas que são mais flexíveis, empáticas e tolerantes.</p>
<p>A principal diferença entre esses dois tipos de pessoa é a capacidade de ouvir, de se adaptar, de se reinventar, sem deixar que o outro norteie os seus limites e sem que esta flexibilidade represente uma violência.</p>
<p>É claro que há linhas que não podem ser ultrapassadas, as quais representam desrespeito a nós mesmos. Mas, para termos relações mais harmônicas e empáticas, em diferentes âmbitos da vida, sempre é válida uma reflexão: será que minha tolerância está balizada? Será que tenho agido com os outros como eu gostaria que agissem comigo? Será que ofereço às pessoas as mesmas coisas intoleráveis, as quais eu não suporto?</p>
<p>Refletir sobre os limites pode nos transformar em seres humanos mais adaptados, mais flexíveis e tolerantes, inclusive em relação a nós mesmos. Um psicólogo pode ajudar muito a desenvolver o autoconhecimento, fazendo com que você reflita sobre quem é e sobre o que você estabelece como limites &#8211; e se são saudáveis ou não.</p>
<p>Isto dará a você um controle mais saudável sobre sua vida e seus caminhos. Afinal, não é preciso viver refém de limites &#8211; sejam eles seus ou dos outros; sejam eles restritos demais, ou tão flexíveis a ponto serem nocivos para sua vida.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5341 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/limite.jpg" alt="" width="622" height="622" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/limite.jpg 853w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/limite-150x150.jpg 150w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/limite-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 622px) 100vw, 622px" /></p>
<p>Além de respeitar e lidar com os seus limites, comece a assumir seus pontos fortes ou qualidades, organizando-os em uma lista e lendo todos os dias até estarem totalmente internalizados.</p>
<p>Quando começar a ter pensamentos negativos sobre si mesmo, questione e substitua por outros mais coerentes com a situação vivida.</p>
<p>Comece um diário. Escreva seus pensamentos, sentimentos e ações e avalie se está vivendo de forma coerente e verdadeira com a sua essência, de quem realmente você é.</p>
<p>Outro ponto, não menos importante, é deixar de ser visto como uma pessoa dependente emocionalmente que precisa da aprovação de terceiros. Procure se autoafirmar em seu processo de autoconhecimento.</p>
<p>A sua vida tem que ser boa para quem? A psicoterapia pode propor reflexões importantes, que melhorem sua autoestima, promovam o autoconhecimento e ajudem a criar estratégias para driblar estas dificuldades que, muitas vezes, são criadas apenas por você.</p>
<p>Seguem abaixo sugestões de livros sobre o tema:</p>

<a href='https://danielmastral.com.br/como-lidar-com-a-autossabotagem/autosabotagem2/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/autosabotagem2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/como-lidar-com-a-autossabotagem/diariodeumaansiosa/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/diariodeumaansiosa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/diariodeumaansiosa-150x150.jpg 150w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/diariodeumaansiosa.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/como-lidar-com-a-autossabotagem/ociclodasabotagem/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/ociclodasabotagem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/ociclodasabotagem-150x150.jpg 150w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/ociclodasabotagem.jpg 463w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/como-lidar-com-a-autossabotagem/paredesesabotar/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/paredesesabotar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/paredesesabotar-150x150.jpg 150w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/paredesesabotar.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/como-lidar-com-a-autossabotagem/sabotarapropria/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sabotarapropria-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sabotarapropria-150x150.jpg 150w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sabotarapropria-768x768.jpg 768w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sabotarapropria.jpg 853w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>

<p>LINKS PESQUISADOS:</p>
<p><a href="https://ead.pucpr.br/blog/autossabotagem" target="_blank" rel="noopener">https://ead.pucpr.br/blog/autossabotagem</a></p>
<p><a href="http://tudehistoria.blogspot.com/2016/11/sapo-na-panela.html" target="_blank" rel="noopener">http://tudehistoria.blogspot.com/2016/11/sapo-na-panela.html</a></p>
<p><a href="http://www.psicoposts.com.br" target="_blank" rel="noopener">www.psicoposts.com.br</a></p>
<p><strong><em>*Texto revisado pela professora Vanessa Monzillo </em></strong><a href="https://www.instagram.com/prof.vanessa.redacao/" target="_blank" rel="noopener"><em>@prof.vanessa.redacao</em></a></p>
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		<item>
		<title>Traumas na infância / adolescência &#8211; Mês maio laranja</title>
		<link>https://danielmastral.com.br/traumas-na-infancia-adolescencia-mes-maio-laranja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Karla Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 20:17:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cintia Karla]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Nascemos para ser felizes e iluminar o mundo, precisamos nos libertar de tudo aquilo que nos prende na escuridão.” Pode parecer inacreditável, mas é verdade: segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), UNICEF e UNESCO, em publicação de junho de 2020, metade das crianças do mundo &#8211; cerca de 1 bilhão -, são atingidas por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>“Nascemos para ser felizes e iluminar o mundo, precisamos nos libertar de tudo aquilo que nos prende na escuridão.”</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5289 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas1.jpg" alt="" width="325" height="325" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas1.jpg 325w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas1-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 325px) 100vw, 325px" /></p>
<p>Pode parecer inacreditável, mas é verdade: segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), UNICEF e UNESCO, em publicação de junho de 2020, metade das crianças do mundo &#8211; cerca de 1 bilhão -, são atingidas por agressão física, sexual ou psicológica, e sofrem privações, negligência, ferimentos, incapacidade, podendo culminar em morte.<br />
Esses números assustam ainda mais quando se constata que 30% a 60% dos maus tratos acontecem no ambiente familiar.</p>
<p>A violência, na infância, gera traumas e deixa marcas profundas, as quais afetam a pessoa por toda a vida. Embora nem todos que passaram por experiências difíceis, tornem-se traumatizados, para muitos a dor do trauma é maior do que podem suportar.</p>
<p>Qualquer tipo de abuso, seja físico, mental, sexual ou mesmo a negligência, pode levar ao trauma. Alguns conseguem pedir ajuda. Muitos, porém, calam e carregam a dor por muitos anos.</p>
<p>As experiências adversas na infância (adverse childhood experiences- ACE), são as situações traumáticas vividas na infância/adolescência que podem desencadear mudanças físicas e de comportamento gerado pela sensação de medo, estresse e autoimagem distorcida. Além de doenças crônicas ou risco posterior, tais como: dependência química, gravidez na adolescência, depressão, ansiedade, fobias, hipervigilância (respostas de alarme e sustos exagerados), pertubações do sono, diabetes, violência por parceiro íntimo, obesidade severa, suicídio e doenças sexualmente transmissíveis.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5290 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas2.jpg" alt="" width="603" height="590" /></p>
<p>Tanto crianças, quanto adultos, que sofreram traumas e violência podem se beneficiar muito do acompanhamento com um Psicólogo. A psicoterapia ajuda na ressignificação das dores e promove o autoconhecimento, para que a pessoa construa novas crenças, pensamentos de confiança, força e coragem, a fim viver de forma mais tranquila, ativa e positiva. Isso tudo é possível por meio dessas intervenções preventivas, do tratamento do trauma até a promoção da resiliência.</p>
<p>Para Martin Seligman, fundador da Psicologia Positiva, a chave para a resiliência psíquica é o otimismo. Segundo o autor, a confiança de não ser vencido é a característica da psique forte, além de uma postura alegre e positiva.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5291 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas3.jpg" alt="" width="378" height="378" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas3.jpg 378w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas3-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 378px) 100vw, 378px" /></p>
<p>O abuso ou violência sexual é um ato de violação dos direitos humanos fundamentais e, infelizmente, atinge crianças e adolescentes mais do que se imagina.</p>
<p>Pesquisa publicada pelo IPEA, em 2014, revelou que 527 mil pessoas são estupradas por ano no Brasil, sendo 70% crianças e adolescentes. Apenas 10% dos casos chegam ao conhecimento da Polícia.</p>
<p>Todo contato envolvendo carícias, masturbação, sexo oral, toques, penetração (inclusive com os dedos), além de voyeurismo, assédio, exibicionismo, pornografia e exploração sexual, feitos a uma criança ou adolescente, são considerados maltrato e abuso sexual &#8211; e suas consequências podem ser devastadoras.</p>
<p>“As crianças não escolhem os pais. A única opção que lhes resta é sobreviver na família que têm. Ao contrário dos adultos, para elas não há autoridade a quem pedir ajuda – seus pais são a autoridade. As crianças não podem alugar um apartamento ou se mudar para a casa de outra pessoa. A sobrevivência delas dependem de seus cuidadores”. Bessel van der Kolk(2020).</p>
<p>A maior parte dos casos acontece em casa, com um agressor conhecido. Muitas vezes, a vítima é ameaçada, para que mantenha o abuso em segredo. Por medo, constrangimento e impotência, muitas delas de fato não revelam a ninguém quem as agrediu.<br />
Porém, mesmo em silêncio, a criança ou adolescente costuma apresentar sinais, os quais mostram que foi, ou ainda está sendo, vítima de abuso sexual. Entre os mais evidentes estão o isolamento social e a mudança repentina de comportamento e humor.</p>
<p>Alterações no sono, distúrbios alimentares, dores de cabeça, vômitos, falta de concentração, aparência descuidada, entre outros, são indicativos de um possível abuso. Baixa no rendimento escolar, interesse repentino por temas sexuais e marcas de agressão também são sinais importantes.<br />
Observe também se há proximidade excessiva de alguém (o agressor), que busca estar sempre por perto, para controlar o silêncio da vítima.</p>
<p>Ao menor indício, investigue cuidadosamente. Converse com a criança ou jovem, sem pressa ou censura. Confirmado o abuso, busque ajuda imediata com as autoridades, médicos e psicólogos.</p>
<p>É importante enfatizar que as experiências vividas na infância, são apenas uma parte da história de uma pessoa. Mas é relevante que um relacionamento afetuoso e seguro, no início da vida, seja um fator preventivo para lidar melhor com eventos estressantes futuros e desenvolver um comportamento resiliente frente as adversidades da vida.</p>
<p>Dia 18 de maio é a data escolhida para o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. De acordo com o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, no período de 2011 a 2017, as ocorrências de violência sexual corresponderam a 31,5% contra crianças (58.037 notificações) e 45,0% contra adolescentes (83.068 notificações). Comparando-se os registros de 2011 e 2017, observou-se um aumento de 83% nos casos de violência contra crianças e adolescentes.</p>
<p>O disque 100 registrou mais de 6 mil denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes no período de 1º de janeiro a 12 de maio de 2021. 1 em cada 7 meninas e 1 em cada 25 meninos serão abusados sexualmente antes de completarem 18 anos. Estima-se que 58% das crianças na América Latina (mais de 99 milhões) sofrem abuso físico, sexual ou emocional a cada ano.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: Childhood Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5292 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/daniel-mastral-traumas1b.jpg" alt="" width="370" height="316" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conte comigo nesta jornada. A vida se faz no presente e, ainda que não seja possível esquecer completamente da dor, é possível diminuir seu tamanho e mantê-la onde ela deve permanecer: no passado. “Mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo” (Filipenses 3:13,14).</p>
<p>A psicoterapia pode ajudar muito na ressignificação de sentimentos inadequados, na reconstrução da autoestima, além de oferecer um espaço de cuidado e expressão das emoções. A terapia EMDR é uma nova forma de psicoterapia, desenvolvida nos Estados Unidos no final dos anos 80 pela psicóloga Francine Shapiro, Ph.D. A EMDR significa Dessensibilização e Reprocessamento por meio dos Movimentos Oculares, porque permite o reprocessamento de lembranças difíceis e dolorosas através da integração do conteúdo neuronal em diferentes hemisférios cerebrais, para lidar com experiências de vida traumáticas ou adversas.</p>
<p>É preciso cuidar incondicionalmente de quem é vítima de abuso sexual. Sua ação pode fazer enorme diferença na vida dela &#8211; no presente e no futuro.</p>
<p>Está escrito que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que [O] amam” (Romanos 8:28). Então, podemos entender e aceitar que não é Deus quem origina o mal, mas Ele usa tudo o que for possível para que essas experiências negativas/traumáticas contribuam para o seu crescimento, maturidade e propósito.</p>
<p>Seguem abaixo sugestões de livros sobre o tema:</p>

<a href='https://danielmastral.com.br/traumas-na-infancia-adolescencia-mes-maio-laranja/danielmastral-traumas-livro1/'><img loading="lazy" decoding="async" width="193" height="288" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas-livro1.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/traumas-na-infancia-adolescencia-mes-maio-laranja/danielmastral-traumas-livro2/'><img loading="lazy" decoding="async" width="193" height="288" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas-livro2.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/traumas-na-infancia-adolescencia-mes-maio-laranja/danielmastral-traumas-livro8/'><img loading="lazy" decoding="async" width="193" height="288" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas-livro8.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/traumas-na-infancia-adolescencia-mes-maio-laranja/danielmastral-traumas-livro3/'><img loading="lazy" decoding="async" width="193" height="288" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas-livro3.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/traumas-na-infancia-adolescencia-mes-maio-laranja/danielmastral-traumas-livro7/'><img loading="lazy" decoding="async" width="193" height="288" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas-livro7.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/traumas-na-infancia-adolescencia-mes-maio-laranja/danielmastral-traumas-livro6/'><img loading="lazy" decoding="async" width="193" height="288" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas-livro6.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/traumas-na-infancia-adolescencia-mes-maio-laranja/danielmastral-traumas-livro4/'><img loading="lazy" decoding="async" width="193" height="288" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas-livro4.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" /></a>
<a href='https://danielmastral.com.br/traumas-na-infancia-adolescencia-mes-maio-laranja/danielmastral-traumas-livro5/'><img loading="lazy" decoding="async" width="193" height="288" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/danielmastral-traumas-livro5.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" /></a>

<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><div class="epyt-video-wrapper"><iframe  style="display: block; margin: 0px auto;"  id="_ytid_32605"  width="800" height="450"  data-origwidth="800" data-origheight="450"  data-relstop="1" src="https://www.youtube.com/embed/KSLyx-T_qio?enablejsapi=1&autoplay=0&cc_load_policy=0&cc_lang_pref=&iv_load_policy=1&loop=0&modestbranding=1&rel=0&fs=1&playsinline=1&autohide=2&theme=dark&color=red&controls=1&" class="__youtube_prefs__  no-lazyload" title="YouTube player"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen data-no-lazy="1" data-skipgform_ajax_framebjll=""></iframe></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Já assistiu a &#8220;Pais e Filhas&#8221; na Netflix?</strong><br />
<a href="https://www.netflix.com/title/80108598?s=a&amp;trkid=13747225&amp;t=wha" target="_blank" rel="noopener">https://www.netflix.com/title/80108598?s=a&amp;trkid=13747225&amp;t=wha</a></p>
<p>Indicação para quem quiser ver um pouquinho dos comportamentos desenvolvidos diante do trauma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><em><strong>Sites pesquisados</strong></em>:</p>
<p><a href="https://biblia.com.br/perguntas-biblicas/traumas-psiquicos/">biblia.com.br/perguntas-biblicas/traumas-psiquicos/</a><br />
<a href="http://biopsico.com.br/site/2020/01/20/traumas-o-que-acontece-na-infancia-nao-fica-na-infancia/" target="_blank" rel="noopener">biopsico.com.br/site/2020/01/20/traumas-o-que-acontece-na-infancia-nao-fica-na-infancia/</a><br />
<a href="https://brain-br.com/" target="_blank" rel="noopener">brain-br.com/</a><br />
<a href="https://www.cdc.gov/violenceprevention/aces/" target="_blank" rel="noopener">www.cdc.gov/violenceprevention/aces/</a><br />
<a href="https://www.calendarr.com/brasil/dia-nacional-de-combate-ao-abuso-e-a-exploracao-sexual-de-criancas-e-adolescentes/" target="_blank" rel="noopener">www.calendarr.com/brasil/</a><br />
<a href="https://www.childhood.org.br/nossa-causa#numeros-da-causa" target="_blank" rel="noopener">www.childhood.org.br/nossa-causa</a><br />
<a href="https://empoderavidas.wixsite.com/empoderandovidas/materiais-educativos" target="_blank" rel="noopener">empoderavidas.wixsite.com/empoderandovidas</a><br />
<a href="https://osegredo.com.br/5-frases-comuns-que-revelam-um-trauma-de-infancia-que-nao-foi-superado/" target="_blank" rel="noopener">osegredo.com.br/5-frases-comuns-que-revelam-um-trauma-de-infancia-que-nao-foi-superado/</a><br />
<a href="https://psicoposts.com.br/" target="_blank" rel="noopener">psicoposts.com.br/</a><br />
<a href="https://traumaclinic.com.br/tudo-sobre-emdr/conheca-tudo-sobre-a-terapia-emdr.html" target="_blank" rel="noopener">traumaclinic.com.br/tudo-sobre-emdr</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=8gm-lNpzU4g" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=8gm-lNpzU4g</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=SAf65wkzQgY" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=SAf65wkzQgY</a></p>
<p><em><strong>*Texto revisado pela professora Vanessa Monzillo <a href="https://www.instagram.com/prof.vanessa.redacao/" target="_blank" rel="noopener">@prof.vanessa.redacao</a></strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pandemia e a prática da empatia: oportunidade de melhorar como pessoa</title>
		<link>https://danielmastral.com.br/pandemia-e-a-pratica-da-empatia-oportunidade-de-melhorar-como-pessoa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Karla Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 19:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cintia Karla]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um mundo que prioriza a individualidade e a competição, nem sempre é fácil nos dedicarmos a entender o ponto de vista do outro. Mas, é preciso tentar. A empatia é um exercício de convivência que facilita as relações, faz com que compreendamos melhor o mundo a nossa volta e nos conecta mais profundamente às [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://danielmastral.com.br/pandemia-e-a-pratica-da-empatia-oportunidade-de-melhorar-como-pessoa/">Pandemia e a prática da empatia: oportunidade de melhorar como pessoa</a> apareceu primeiro em <a href="https://danielmastral.com.br">Portal Daniel Mastral</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um mundo que prioriza a individualidade e a competição, nem sempre é fácil nos dedicarmos a entender o ponto de vista do outro. Mas, é preciso tentar.</p>
<p>A empatia é um exercício de convivência que facilita as relações, faz com que compreendamos melhor o mundo a nossa volta e nos conecta mais profundamente às outras pessoas. Além disso, a empatia é uma bela maneira de diminuir os abismos sociais, minimizar preconceitos e atenuar hostilidades.</p>
<p>Com origem no termo em grego empatheia, que significa “paixão”, a empatia é um sentimento, uma qualidade do ser humano. Por isso, todos nós valorizamos relações mais afetivas, como saber que importamos, que pertencemos e que seremos ouvidos com real interesse. Precisamos desejar ser pessoas melhores. Treinar a empatia é um importante passo nesta direção.</p>
<p>No ano passado, em início de Pandemia, éramos uma sociedade mais empática; entretanto, com o advento da vacina, muitas as pessoas deixaram de lado os cuidados aprendidos acerca da proteção, bem como, o pensar no coletivo em relação à possibilidade de ser hospedeiro do vírus e repassá-lo ao próximo. É importante lembrar que ser mais empático não significa simplesmente sentir maior simpatia pelas pessoas. Empatia é mais do que isso: é conseguir realmente se colocar no lugar do outro, entender suas necessidades, procurar ver o mundo não somente com os seus olhos, mas compreender também os sentimentos, desejos, ações e sofrimentos do outro.</p>
<p>“A pandemia não transformou ninguém, quem é bom, continuou sendo bom e demostra isso em ações. E quem é mal continua sendo mal e mostra no dia a dia que não tem compaixão por ninguém.” Yasmin Trajano</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5251 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/beneficios-da-meditacao-diaria-scaled-1.jpeg" alt="" width="1280" height="800" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/beneficios-da-meditacao-diaria-scaled-1.jpeg 1280w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/beneficios-da-meditacao-diaria-scaled-1-768x480.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Para a Psicologia, segundo os psicólogos norte-americanos <em>Paul Ekman</em> e <em>Daniel Goleman</em>, <strong>há três tipos de</strong> <strong>empatia</strong>:</p>
<ol>
<li><strong>Empatia emocional: </strong>é aquela por meio da qual conseguimos sentir e compartilhar do que o outro sente, é quando nos colocamos no lugar do outro e da forma que ele se sente em suas condições.</li>
<li><strong>Empatia cognitiva</strong>: é caracterizada por se comunicar melhor, entender o pensamento do outro, a razão desses pensamentos e até sentimentos.</li>
<li><strong>Empatia compassiva</strong>: é o tipo de empatia que ultrapassa o sentir ou acolher o pensamento do outro, ela faz com que a pessoa empática ajude o outro efetivamente.</li>
</ol>
<p><strong>Autoconhecimento</strong> é o primeiro passo para que possamos compreender melhor o outro. Sabermos quais são as nossas dores, medos e necessidades nos permite enxergá-las &#8211; e acolhê-las &#8211; mais facilmente nas outras pessoas.</p>
<p>A empatia é transformadora, pois promove relações em que todos saem ganhando. É como estar conectado a uma corrente do bem, em que suas relações vão naturalmente se tornando mais genuínas e acolhedoras.</p>
<p>A psicoterapia pode ajudar você a desenvolver os hábitos mentais para se relacionar melhor com o mundo, de modo a vê-lo e não apenas aceitá-lo, apreciando quem o outro é, do que ele é feito e o que realmente importa para ele.</p>
<p><strong>Lembrando que a empatia pode ser decisiva no cuidado com o outro. Algumas dicas:</strong></p>
<ol>
<li>Seja sincero e cuidadoso ao se expressar. Isto transmite confiança às pessoas;</li>
<li>Ouça o outro com atenção e paciência. Interesse-se pelo outro;</li>
<li>Expanda suas relações e conheça outras verdades e pontos de vista;</li>
<li>Não compare dores ou problemas. Todos têm sua importância;</li>
<li>Julgue menos, cobre menos e procure ter menos preconceitos.</li>
</ol>
<p>Viver sem empatia é, de certa forma, viver desconectado emocionalmente do outro. É estar presente só fisicamente, sem envolvimento, sem se importar &#8211; e sabemos que relacionamentos precisam de comunicação efetiva, de presença emocional e de conexão.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5252 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sono-1.jpeg" alt="" width="853" height="853" srcset="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sono-1.jpeg 853w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sono-1-150x150.jpeg 150w, https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sono-1-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 853px) 100vw, 853px" /></p>
<p><strong>Três frentes tornaram o avanço da empatia algo importante:</strong></p>
<ol>
<li>Neurocientistas identificaram em nosso cérebro um conjunto de circuitos da empatia com 10 seções que, se danificado, pode restringir nossa capacidade de compreender o que outras pessoas estão sentindo;</li>
<li>Biólogos evolucionistas mostraram que somos animais sociais, isto é, evoluímos naturalmente para sermos empáticos e cooperativos, como nossos primos primatas;</li>
<li>Psicólogos revelaram que até mesmo crianças de três anos são capazes de sair de si mesmas e ver a partir da perspectiva de outras pessoas.</li>
</ol>
<p>Vivemos em um tempo e numa sociedade que cada vez mais valoriza a produtividade e a competitividade. Resultados, muitas vezes, estão acima das necessidades pessoas. Metas, prazos, performance são medidas de sucesso, mais do que bem-estar e felicidade. Neste cenário, é cada vez mais difícil encontrar pessoas que se coloquem no lugar do outro, que se importem, que compreendam socialmente o outro, a ponto de sentir suas dores e suas alegrias. Talvez não seja possível sentir exatamente o que o outro sente, porém é possível imaginar e ser solidário a este sentir.</p>
<p>Se você percebe que não é capaz de se colocar no lugar do outro, sente alguma indiferença ou apatia, é bom refletir sobre como andam suas emoções internamente. Um detalhe importante para o relacionamento com o outro é que não basta apenas a presença física; é importante demonstrar seus sentimentos com relação à realidade do outro. É preciso manifestar ativamente seus sentimentos para criar uma conexão.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5253 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/o-processo-do-despertar-da-empatia.jpg" alt="" width="571" height="323" /></p>
<p>Muitas vezes, você pode estar passando por algum momento que dificulta a expressão de suas emoções, pode estar vivendo no &#8220;piloto automático&#8221; sem perceber, pode estar ocupado demais ou envolvido em alguma dinâmica que tem limitado sua forma de se relacionar.</p>
<p>“É possível mudar as nossas vidas, e a atitude daqueles que nos cercam, simplesmente mudando a nós mesmos.” Rudolf Dreikurs</p>
<p>A psicoterapia pode ajudar você a retomar ou a desenvolver sua competência emocional de forma efetiva, reaproximando você de suas emoções, ensinando a cultivar as relações que são mais importantes em sua vida.</p>
<p>É tão importante ser acolhido quanto acolher. Comece esta mudança por você e cuide das suas relações. Elas importam, e muito, tanto para você, quanto para os outros.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5254 alignleft" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/meditacao4.png" alt="" width="428" height="321" /></p>
<p><strong>Neste momento, convido você para uma meditação a fim de desenvolver a Empatia</strong></p>
<p>Agora, pense em uma pessoa que significa muito para você. Visualize o rosto dele ou dela de forma bem nítida. Se quiser, veja uma foto ou um vídeo dessa pessoa.</p>
<p>Repita as frases abaixo, fazendo uma pausa para reflexão, após cada uma delas:</p>
<p>Essa pessoa possui um corpo e uma mente, assim como eu.<br />
Essa pessoa possui sentimentos, emoções e pensamentos, assim como eu.<br />
Essa pessoa, em algum momento da vida, já se sentiu triste, desapontada, irritada, machucada ou confusa, assim como eu.<br />
Essa pessoa, em algum momento da vida, já sentiu dores e sofrimentos físicos ou emocionais, assim como eu.<br />
Essa pessoa deseja se libertar da dor e do sofrimento, assim como eu.<br />
Essa pessoa deseja se sentir saudável e amada, e ter relacionamentos que a completem, assim como eu.<br />
Finalizada esta primeira parte, é hora de desejar coisas boas.<br />
Eu desejo que essa pessoa tenha força e todos os recursos necessários para superar qualquer dificuldade que a vida lhe traga.<br />
Eu desejo que essa pessoa se liberte da dor e do sofrimento.<br />
Eu desejo que essa pessoa seja plenamente feliz.<br />
Porque essa pessoa é um ser humano, assim como eu.<br />
Agora, desejo que todas as pessoas, as quais conheço, sejam felizes.</p>
<p>Mantenha-se em silêncio por 1 minuto e finalize a meditação.</p>
<p><strong>10 Indicações de filmes sobre empatia:</strong></p>
<ol>
<li><strong>O menino do pijama listrado (</strong><a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-18296/">Mark Herman</a>, 2008)</li>
<li><strong>Mary e Max (</strong>Adam Elliot<strong>, 2009)</strong></li>
<li><strong>Up – Altas Aventuras (</strong>Pete Docter<strong>, 2009)</strong></li>
<li><strong>Sete Dias com Marilyn (</strong>Simon Curtis<strong>, 2011)</strong></li>
<li>Intocáveis (<a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-28840/">Eric Toledano</a>, <a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-28839/">Olivier Nakache</a>, 2012)</li>
<li><strong>Para sempre Alice (</strong><a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-141580/">Richard Glatzer</a>, <a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-141581/">Wash Westmoreland</a>, 2015)</li>
<li>Um senhor estagiário (<a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-18834/">Nancy Meyers</a>, 2015)</li>
<li>Nise o coração da loucura (<a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-56121/">Roberto Berliner</a>, 2015)</li>
<li><strong>Moonlight – Sob a Luz do Luar (</strong>Barry Jenkins<strong>, 2016)</strong></li>
<li><strong>O menino que descobriu o vento (</strong><a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-55757/">Chiwetel Ejiofor</a>, 2019)</li>
</ol>
<p><strong>Indicação de livro:</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5255 aligncenter" src="https://danielmastral.com.br/wp-content/uploads/2021/12/o-poder-da-empatia.jpg" alt="" width="248" height="356" /></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desenvolva a empatia e seja a sua melhor versão!</strong></p>
<p>REFERÊNCIAS:</p>
<p><a href="https://www.significados.com.br/empatia/">https://www.significados.com.br/empatia/</a></p>
<p><a href="https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/19/1/empatia-exigencia-do-mundo-atual">https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/19/1/empatia-exigencia-do-mundo-atual</a></p>
<p><a href="https://pt.slideshare.net/CorSilva/empatia-a-habilidade-fundamental-para-os-novos-tempos-54803766">https://pt.slideshare.net/CorSilva/empatia-a-habilidade-fundamental-para-os-novos-tempos-54803766</a></p>
<p><a href="https://vidahacker.io/exemplos-empatia/">https://vidahacker.io/exemplos-empatia/</a></p>
<p><a href="https://radios.ebc.com.br/revista-brasil/2021/01/psiquiatra-comenta-sobre-empatia-exercicio-bastante-vivenciado-na-pandemia">https://radios.ebc.com.br/revista-brasil/2021/01/psiquiatra-comenta-sobre-empatia-exercicio-bastante-vivenciado-na-pandemia</a></p>
<p><a href="http://www.adorocinema.com/">http://www.adorocinema.com/</a></p>
<p><a href="https://psicoposts.com.br/">https://psicoposts.com.br/</a></p>
<p>*Texto revisado pela professora Vanessa Monzillo @prof.vanessa.redacao</p>
<p>O post <a href="https://danielmastral.com.br/pandemia-e-a-pratica-da-empatia-oportunidade-de-melhorar-como-pessoa/">Pandemia e a prática da empatia: oportunidade de melhorar como pessoa</a> apareceu primeiro em <a href="https://danielmastral.com.br">Portal Daniel Mastral</a>.</p>
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